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Rafaela Silva perde na primeira luta e Brasil tem dia ruim no Mundial de Judô

27 AGO 2015 - 08h00

Número 4 do ranking mundial, Rafaela Silva era uma das principais candidatas à medalha na categoria até 57kg do Mundial de Judô de Astana, no Casaquistão. Mas a brasileira, campeã mundial há dois anos, foi eliminada logo na primeira luta. Voltou a perder para a canadense Catherine Beauchemin-Pinard, sua algoz nos Jogos Pan-Americanos de Toronto Marcelo Contini também não chegou à briga por medalhas na competição.

Diferente de Sarah Menezes, outra estrela do judô brasileiro eliminada logo na estreia, na última segunda-feira, Rafaela Silva não passa por má fase. Perdeu a disputa pelo bronze no Mundial do ano passado, mas foi ao pódio dos quatro torneios que disputou desde então. Caiu no ranking, assim como os demais brasileiros, porque tem atuado pouco internacionalmente.

Derrotada por estrangulamento a 0s13 do fim da luta, Rafaela Silva não perdeu de uma atleta qualquer. Pinard, de apenas 21 anos, foi bronze no Mundial Júnior do ano passado e subiu ao pódio no Grand Slam preparatório para Astana. Em Toronto, foi prata, vencendo a brasileira, também na luta de chão, na semifinal.

A eliminação precoce de Rafaela em Astana, entretanto, deixa complicado para o Brasil atingir a meta de ganhar cinco medalhas no Mundial. Afinal, três dias de disputas, a delegação ganhou só uma medalha. Precisaria de quatro em quatro dias daqui em diante E já subiram ao tatame quatro dos sete brasileiros que chegaram a Astana como favoritos: Sarah Menezes, Charles Chibana, Rafaela Silva e Erika Miranda - esta última, a única que ganhou medalha, de bronze. Faltam Mayra Aguiar, David Moura e Maria Suelen Altheman.

Na categoria até 73kg, o número 1 do Brasil é Alex Pombo, que se machucou e precisou ser cortado do Mundial. O País foi representado por Marcelo Contini, apenas o 40º do ranking, que não fez feio. Ganhou do ganês Emmanuel Nartey e do canadense Etienne Briand, ambos atletas próximos a eles no ranking, mas foi eliminado, por um shidô de desvantagem, pelo norte-coreano Kuk hyon Hong, que é o atual vice-campeão mundial.

Hoje, o Brasil volta ao tatame com três representantes. Na categoria até 81kg, Leandro Guilheiro, duas vezes medalhista olímpico e outras duas em Mundiais, volta às grandes competições após dois anos afastado por lesão, enquanto que Victor Penalber tenta o primeiro grande resultado da carreira. Mariana Silva é azarã na categoria até 63kg.

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