Envie seu vídeo(11) 97569-1373
domingo 27 de setembro de 2020

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
ÚNICCO POÁ
PMMC COVID SAÚDE
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO
Pmmc Sarampo

Seleção brasileira dá sorte e cai em grupo fácil na Copa América Centenário

23 FEV 2016 - 08h00

Dunga deu sorte ao Brasil na definição dos grupos da Copa América Centenário, que será disputada de 3 a 26 de junho nos Estados Unidos. No sorteio realizado em Nova York, coma a presença do treinador, a seleção brasileira caiu no Grupo B ao lado de Equador, Haiti e Peru, adversários do segundo escalão no futebol americano.

O Brasil estreia no dia 4 de junho contra o Equador, no estádio Rose Bowl, em Pasadena (Califórnia), onde a seleção conquistou o tetra na Copa do Mundo de 1994. No dia 8, enfrenta o Haiti, no Orlando Citrus, em Orlando. E fecha a fase de grupos contra o Peru, no dia 12, no Foxborough, na região metropolitana de Boston.

Ao comentar sobre os adversários do Brasil, Gilmar Rinaldi, coordenador da seleção, disse que o Brasil tem a obrigação de se impor, seja qual for o adversário. "Temos de jogar bem e ganhar. A dificuldade e a facilidade somos nós que vamos criar. Temos que nos preparar muito e mostrar a força do futebol brasileiro dentro de campo na primeira fase e ganhar confiança para seguir na segunda fase", disse.

O grupo mais equilibrado é o A, com o anfitrião Estados Unidos, Colômbia, Costa Rica e Paraguai. A Argentina, uma das favoritas, entrou no Grupo D com Chile, Panamá e Bolívia. O C tem México, Uruguai, Jamaica e Venezuela.

CORRUPÇÃO Além do aspecto histórico, a Copa América Centenário também ficará marcada por ter sido a competição que serviu como base para desvendar um milionário esquema de corrupção, levou vários cartolas até então considerados intocáveis à prisão e pode mudar a relação dos negócios com o futebol. Até agora, 41 dirigentes e empresários estão denunciados sob a acusação de cometerem crimes diversos. E as investigações da Justiça dos Estados Unidos estão longe de terminar.

José Maria Marin, ex-presidente da CBF, é um dos brasileiros envolvidos no escândalo. Acusado de fraude, conspiração e lavagem de dinheiro, desde novembro passado cumpre prisão domiciliar em Nova York. O presidente licenciado da CBF, Marco Polo Del Nero, e o ex-presidente Ricardo Teixeira também foram indiciados pela Justiça dos Estados Unidos. Eles negam participação em qualquer ato ilícito.

Outro brasileiro às voltas com as autoridades americanas é o empresário J.Hawilla - está em prisão domiciliar, admitiu à Justiça os crimes de extorsão, lavagem de dinheiro e obstrução e faz acordo para devolver US$ 151 milhões. Foi por meio da investigação dos negócios envolvendo uma empresa da qual Hawilla era um dos sócios, a Datisa, que o FBI encontrou o fio da meada de um propinoduto por onde escoaram pelo menos US$ 110 milhões.

A empresa criada e 2013 tinha como outros sócios os argentinos Alejandro Burzaco, da Torneos y Competencias, e Hugo e Mariano Jinkis, da Full Play, todas empresas ligadas ao segmento de compra e revenda de direitos de transmissão e de marketing.

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias