Os irmãos Simão Pinheiro & Felipe começaram cedo a carreira, influenciados pelos pais. Aos 7 anos, Felipe fez seu primeiro show solo, na festa da Igreja São Francisco, em Suzano, com um repertório de sete músicas. Enquanto isso, Simão queria ser jogador de futebol. Aos 16 anos, chegou a jogar no Esporte Clube União Suzano (Ecus), como centroavante. Contudo, desde os 11 anos se interessava pela música. Felipe sempre gostou mais de tocar, e sua mãe, Sônia, cantava com ele. No entanto, acabou sendo a primeira voz da dupla que faz com seu irmão, Simão. Logo, surgiu a banda Myna Som, que tinha como ponto forte o forró. Em 2014, os irmãos estrearam na “Festa Nordestina” de Suzano, mesmo ano que deram início à carreira como cantores sertanejos.
No auge do forró, durante as apresentações, os artistas lançavam mão de músicas do calibre de “Garota Safada”, que virou hit na voz de Wesley Safadão. Já no sertanejo, faziam bonito com canções de Cristiano Araújo, de Jad & Jadson, e de Marcos & Belutti, só para citar alguns. A dupla tem algumas composições no forró e já se prepara para compor também no estilo sertanejo. Os irmãos ainda analisam músicas de amigos compositores. Chegaram a gravar três CD’s e um DVD de forró. Hoje, fazem em média 20 shows por mês, não só em Suzano. Os artistas já pisaram, por exemplo, em palcos nas cidades de São Bernardo do Campo, Itapecerica da Serra, Sorocaba, Bauru, Vargem Grande, São Paulo e Mogi das Cruzes. Em agosto deste ano, Simão Pinheiro & Felipe farão um grande show para comemorar os três anos da dupla, com direito ao patrocínio da G2 Construtora, em local que será divulgado em breve nas redes sociais.
Hoje Sheila Silva, Fábio Bianchi, Renato Cardoso, Paulo Márcio Guimarães, Claudia Quarelli de Moraes, José Ferreira dos Santos e Henrique Cicone.
Amanhã Elizabeth Aro de Moraes, Rosana Aparecida de Camargo Moreira, Ricardo Horigome, Sueli Mello, Roberto da Silva Pires, Roberta Hallage Gondim Teixeira, Gilberto Folha Mós, Cláudio Pezzuol Junior, Roberta Muniz de Toledo, Roberto José da Silva, Denis Mohammad, Andreia Nascimento Costa, Fernando Carreira, Renata Utsunomiya, Danila Wang, Cleber Gonçalves, Regina M. Kitamura e John Volchok.
Porque gostamos tanto de chocolate? Chocolate é uma delícia, ok, fato indiscutível. Mas, por que tantas pessoas apreciam o doce e o consideram irresistível? Por que é tão difícil comer apenas um pedacinho? Apenas por ser saboroso? Segundo a ciência, a explicação pode estar na relação entre gorduras e carboidratos ao qual somos apresentados logo no início da vida.
Cacau.
Feito a partir de grãos de cacau cultivados nas Américas há milhares de anos, o chocolate precisa de um processo para perder o sabor amargo. Segundo a BBC, os maias e astecas tomavam uma bebida chamada xocolatl, que significa água amarga, pois os grãos da fruta são muito amargos. Por isso é preciso tirar a casca grossa.
A polpa, conhecida como baba de cacau e de sabor doce, ácida e muito pegajosa, com gosto entre limonada e fruta do conde, são fermentados por vários dias, depois secos e torrados, e é aqui que reside a mágica. A torragem faz com que a polpa e os grãos liberem compostos químicos como o ácido 3-metil-butanoico e o dimetil trissulfeto, que nosso cérebro adora.
Prazer
. Também faz parte da mágica do chocolate outros compostos químicos psicoativos, como a anandamida, que estimulam o cérebro da mesma forma que a cannabis, tiramina e feniletilamina, com efeitos semelhantes às anfetaminas, e vestígios de teobromina e cafeína, conhecidos estimulantes.
O fato de o chocolate ter uma textura que derrete na boca também estimula as sensações de prazer do cérebro, graças à adição de açúcar e gordura (em uma barra ao leite, por exemplo, existem cerca de 20-25% de gordura e 40-45% de açúcar), em proporções que não existem na natureza normalmente. Um dos raros exemplos de alta proporção de açúcar e gordura é o leite materno humano, rico em lactose, e composto por cerca de 4% de gordura e 8% de açúcar. Alguns cientistas afirmam que o chocolate proporciona a mesma sensação de prazer que o leite materno nos dá quando somos bebês, sendo assim um resgate de lembranças antigas.