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Jornal Diário de Suzano - 18/10/2020
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Violência contra a mulher

06 OUT 2020 - 05h00
A violência contra a mulher é todo ato que resulte em morte ou lesão física, sexual ou psicológica, tanto na esfera pública quanto na privada.
Às vezes considerado um crime de ódio, este tipo de violência visa um grupo específico, com o gênero da vítima sendo o motivo principal.
Segundo especialistas, este tipo de violência é baseada em gênero, o que significa que os atos de violência são cometidos contra as mulheres expressamente porque são mulheres.
Na edição de domingo, o DS trouxe reportagem mostrando que os casos de ameaça e de violência física foram o mais registrados na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) até agosto deste ano. O primeiro é o de ameaça, com 277 casos contabilizados. 
Na sequência vem de lesão corporal, com 187 casos. Os dados foram divulgados pela delegada titular Silmara Marcelino.
Das 277 ameaças contra mulheres, o mês que mais registrou o número de casos foi janeiro. Ao todo, foram 50 computados. 
Na segunda posição vem agosto, contabilizando 45 casos. Junho e julho empataram na terceira posição do ranking, com 38 casos no mês. Na sequência vem fevereiro, abril e março, com 34, 32 e 28 casos, respectivamente. O menor registro de casos de ameaça aconteceu em maio. A DDM computou 12.
São números ainda preocupantes e que precisam ser combatidos com políticas públicas de proteção à mulher. 
Só para se ter uma ideia, dos casos de violência física, fevereiro lidera com 30 casos registrados em Suzano. 
Com um caso a menos, julho segue a lista com 29 ocorrências. Na terceira posição ficou março, com 27 casos de lesão corporal. Abril teve 23 casos e janeiro 21. Maio e junho registraram 20 casos cada. Agosto teve o menor registro, foram 17 casos.
A Delegacia de Defesa da Mulher de Suzano expediu, neste ano, 273 medidas protetivas. 
O mês que registrou o maior número de casos foi junho. 
Ao todo, foram 50 contabilizados.
No Brasil a Lei Nº 10.778, de 24 de novembro de 2003, estabelece a notificação compulsória, no território nacional, do caso de violência contra a mulher que for atendida em serviços de saúde públicos ou privados. 
Essa lei é complementada pela Lei Maria da Penha como mais um mecanismo para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, com medidas mais efetivas (penais) para o seu controle além do dimensionamento do fenômeno. 
É importante que acha as denúncias e que as autoridades tomem providências com punição ao agressor desses crimes contra mulheres.

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