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Jornal Diário de Suzano - 22/09/2020
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Câmara dos Deputados inicia debate sobre impeachment de Dilma

16 ABR 2016 - 08h00

 Começou pouco depois das 9 horas de ontem a sessão no plenário da Câmara dos Deputados para discutir o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O debate, que seguirá ao longo do final de semana, será em torno do parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), aprovado na comissão especial da Casa que analisou se a presidente cometeu crimes de responsabilidade. Naquele momento, haviam 153 parlamentares no plenário.

Antes de iniciar a sessão, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a decisão do Supremo Tribunal Federal que manteve o rito do processo estabelecido por ele, "não foi nada demais" e apenas endossou o que ele já havia dito anteriormente.

A ordem de votação, que ocorrerá amanhã será a que as votações nominais dos deputados na sessão sigam a ordenação Norte-Sul, alternada por Estados.

"É o início de uma sessão que deve seguir continuamente, pelo número de pessoas que estão se inscrevendo e vão se inscrever. É um processo histórico e muito grave, ao qual nós temos responsabilidade da sua condução, e vamos conduzir para chegar a uma decisão, seja ela qual for. É normal, não dá para a gente postergar", disse Cunha. Para o presidente da Casa, o STF mostrou ontem que "todos querem resolver esse problema de uma vez por todas".

Sobre o anúncio do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, de que deverá entrar novamente na Justiça para questionar o processo, Cunha declarou que "algumas coisas chegam a ser chicanas", termo jurídico usado para dificuldade criada no decorrer de um processo judicial.

PRONUNCIAMENTO

A juíza Solange Salgado, da 1ª Vara do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, do Distrito Federal, concedeu ontem liminar em ação popular proposta pelo líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Antonio Imbassahy (BA), e proibiu a presidente Dilma de convocar cadeia nacional de rádio e televisão para veicular pronunciamentos contra o impeachment.

O pronunciamento, gravado na manhã de ontem, deveria ser veiculado à noite, mas o governo o suspendeu a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU). O governo ainda tinha planos de veicular as palavras de Dilma contra o impeachment amanhã à noite, ou mesmo nas redes sociais.

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