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Jornal Diário de Suzano - 04/12/2020

Dilma anuncia corte de 3 mil cargos e redução nos salários dos ministros

03 OUT 2015 - 08h00

 A presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou ontem as mudanças em seu ministério que eram negociadas há semanas. O governo decidiu cortar apenas oito e não os 10 ministérios como era esperado. E os salários dos ministros serão reduzidos em 10%.

A presidente confirmou o nome de Jaques Wagner para a Casa Civil, cujo titular, Aloízio Mercadante, irá para a Educação. Aldo Rebelo fica com a Defesa. Miguel Rosseto vai para a pasta do Trabalho, que será unido ao da Previdência. O Ministério da Tecnologia fica com Celso Pansera. Marcelo Castro assume o Ministério da Saúde. O Ministério dos Portos terá Hélder Barbalho como titular. André Figueiredo irá para Comunicações e Ricardo Berzoini para Secretaria de Governo.

O Ministério da Pesca será integrado ao da Agricultura, hoje controlado por Kátia Abreu. A Secretaria de Assuntos Estratégicos será extinta, assim como a Secretaria Geral. O Ministério da Micro e Pequena Empresa será incorporado pela Secretaria de Relações Institucionais. Os ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos serão unificados, sob o comando de Nilma Lima.

O governo informou ainda que vai cortar 30 secretarias nacionais em todos os ministérios e três mil cargos comissionados, além buscar a redução em 20% em gastos de custeio e de serviços de terceiro.

Apesar de a presidente ter anunciado somente a redução do salário dos ministros em 10%, como gesto para ajudar no ajuste fiscal, o seu próprio salário e do vice-presidente da República, Michel Temer, também sofrerão o mesmo corte de 10%. Com isso, o vencimento da presidente, que é de R$ 30.934,70, passará para R$ 27.841,23. O vice-presidente e os ministros recebem a mesma remuneração da presidente da República e também terão seus salários reduzidos na mesma proporção.

Com os salários de ministros, presidente e vice, o governo gastava R$ 1.268.322,70, e agora gastará R$ 918.760,55, economia de cerca de R$ 350 mil por mês, ou cerca de R$ 4,5 milhões em um ano, levando em conta o corte das oito pastas e soma incluindo o 13º salário dessas autoridades. Os novos ministros tomarão posse em uma cerimônia coletiva na próxima terça-feira, às 10 horas.

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