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Jornal Diário de Suzano - 23/10/2020
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Dilma empossa Lula na Casa Civil; população se manifesta nas ruas

18 MAR 2016 - 08h00

Os novos ministros assinaram por volta das 10h45 de ontem os termos de posse de cargo ao lado da presidente Dilma Rousseff (PT). Assinaram os termos o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como ministro-chefe da Casa Civil; Eugênio José Guilherme de Aragão, como ministro da Justiça; e Mauro Ribeiro Lopes, ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC). Instantes depois, juiz federal Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, suspendeu a posse de Lula (leia mais em matéria abaixo).

Praticamente todos os ministros do governo estavam na cerimônia, à exceção de Jaques Wagner.

Dilma ressaltou que o diálogo com Lula, interceptado na gravação, tinha teor "absolutamente republicano". Ela criticou a ação de divulgar a áudio e falou sobre a assinatura à qual se referia no áudio. "Eu estou guardando essa assinatura desse termo de posse como uma prova. Ocultaram que o que fomos buscar no aeroporto era esta assinatura, que está assinado pelo presidente Lula, mas não tem a minha assinatura e, portanto, isso não é posse", disse.

MANIFESTAÇÃO

O protesto da Avenida Paulista pela renúncia da presidente Dilma e contra o ex-presidente Lula teve briga entre manifestantes favoráveis à mesma causa, agressões contra um adolescente de 17 anos que disse "não vai ter golpe", gás de pimenta e hostilidade contra o secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, que precisou fugir escoltado do local sob vaias e gritos de "ladrão".

O primeiro caso aconteceu por volta das 12 horas. Um rapaz vestido de vermelho foi perseguido e chutado por um grupo que gritava "comunista" e "petista" contra ele. Um manifestante e a namorada tentaram acalmar os ânimos e um outro ativista agrediu o casal.

Houve briga e a PM precisou retirar o homem e a mulher do local dentro de viaturas da polícia. O caso aconteceu em frente ao secretário Moraes que deu uma coletiva de imprensa na esquina da avenida com a Rua Pamplona.

Ele explicava que não houve diferenciação da pasta com os atos organizados pelo Movimento Passe Livre (MPL) e os contra o governo Federal e que o cenário era "absolutamente pacífico". Ao ser questionado por uma repórter sobre a briga, ele criticou a jornalista. "O que você está dizendo é de um sensacionalismo que eu diria ridículo. Basta ver que está absolutamente tranquilo". Em seguida, o secretário começou a ser insultado por manifestantes. Ele foi chamado de "ladrão" e também de "fascista".

A PM e a segurança pessoal dele precisaram escoltar Moraes. No domingo, na mesma esquina, o governador Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves (PSDB), também precisaram fugir do local após serem hostilizados pela população. Um homem tentou jogar uma bandeira nele, mas um dos guardas o puxou pelo colarinho.

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