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Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
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Dilma pede 'licença' e faz pronunciamento na TV contra o 'Aedes'

04 FEV 2016 - 07h00

Na tentativa de evitar a ira da população e panelaços que foram programados pelo País a fora, a presidente Dilma Rousseff (PT) começou seu pronunciamento de seis minutos em cadeia de rádio e TV ontem para falar da transmissão de doenças pelo Aedes aegypti pedindo "licença" para entrar na casa de todos.

"Não vou falar sobre política ou sobre economia. Vou falar sobre saúde e sobre uma luta urgente que temos que travar neste momento em defesa das nossas famílias. Uma luta que deve unir todos nós", disse a presidente. "Vamos provar, mais uma vez, que o Brasil é forte, tem um povo consciente, e não será derrotado por um mosquito e pelo vírus que ele carrega", emendou.

Dilma fez questão de mostrar um histórico da presença do mosquito em vários países e afirmou: "o vírus zika, transmitido pelo mosquito, não tem nacionalidade". Segundo ela, a doença começou na África, se espalhou pelo Sudeste da Ásia, pela Oceania e agora está na América Latina. "E este foi um processo excepcionalmente rápido, a partir do ano passado", comentou.

Para ela, "este vírus, de presença recente no Brasil e na América Latina, deixou de ser um pesadelo distante para se transformar em ameaça real aos lares de todos os brasileiros". E acrescentou: "não podemos admitir a derrota porque a vitória depende da nossa determinação em eliminar os criadouros".

O pronunciamento da presidente foi gravado na última segunda-feira, no Palácio da Alvorada.

Depois de o ministro da saúde, Marcelo Castro, ter falado que o Brasil estava perdendo a guerra contra o mosquito, Dilma voltou a usar o termo e disse que a "guerra contra o mosquito transmissor do zika é complexa". "Porque deve ser travada em todos os lugares e por isso exige engajamento de todos", observou. "Se nos unirmos, a maneira de lutar se torna simples. Não podemos admitir a derrota porque a vitória depende da nossa determinação em eliminar os criadouros", afirmou.

Dilma citou a operação que será realizada no dia 13 de fevereiro envolvendo 220 mil homens e mulheres das Forças Armadas. "Vamos nos espalhar por todo território nacional e, junto com os agentes de endemia e de saúde, junto com você, vamos visitar o máximo possível de casas, para destruir os criadouros do mosquito", afirmou.

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