Envie seu vídeo(11) 97569-1373
terça 29 de setembro de 2020

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 29/09/2020
PMMC COVID SAÚDE
Pmmc Sarampo
ÚNICCO POÁ
SOUZA ARAUJO
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO

Maioria do STF rejeita anular regras de votação do impeachment de Dilma

15 ABR 2016 - 08h00

 A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem rejeitar ação do PCdoB para anular as regras definidas pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para a votação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), previsto para domingo.

Os ministros Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Carmen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Mello divergiram do relator, Marco Aurélio, por entenderem que não houve ilegalidade na interpretação do regimento interno da Casa por parte de Cunha.

Segundo o presidente da Câmara, a votação será alternada, começando por um estado do Norte, na seguinte ordem: deputados de Roraima, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Amapá, Pará, Paraná, de Mato Grosso do Sul, do Amazonas, de Rondônia, Goiás, do Distrito Federal, Acre, Tocantins, de Mato Grosso, São Paulo, do Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Piauí, Rio Grande do Norte, de Minas Gerais, da Paraíba, de Pernambuco, da Bahia, de Sergipe e Alagoas.

Ontem mais cedo, após o anúncio da realização de “sessão relâmpago” pelo Supremo para julgar a validade do procedimento de votação, Cunha voltou atrás e mudou a ordem de chamada. Antes, o parlamentar havia decidido que a votação começaria pelos estados da Região Sul e terminaria com os do Norte.

NANICOS

Com 30 deputados votantes, o grupo de partidos nanicos formado por PTN, PHS, PROS, PSL e PEN anunciou ontem que dará 26 votos a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff na votação em plenário, marcada para domingo.

CONFIANTE

O deputado federal e líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), deixou ontem o café da manhã com a presidente Dilma, no Paládio do Alvorada, com um discurso otimista pela derrubada do processo de impeachment.

"A margem para nós está muito acima dos 172 votos necessários e a deles (oposição), muito abaixo dos 342 votos", disse Guimarães Já o líder do PT na Câmara, Afonso Florence (BA), falou em um placar entre 200 e 220 votos favoráveis ao governo.

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias