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Jornal Diário de Suzano - 22/09/2020
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Nosso objetivo é de que a inflação volte o mais rápido para a meta, afirma Dilma

08 JAN 2016 - 07h00

A presidente Dilma Rousseff (PT) disse ontem, em café da manhã com jornalistas, que fará "o possível" para garantir superávit primário de 0,5% neste ano e assegurar que a inflação comece a convergir para o centro da meta, de 4,5%. Para a presidente, a "banda de cima", com teto de 6,5%, tem de ser alcançada o mais rapidamente possível.

Depois de avisar que "todo o governo está empenhado em garantir" que 2016 seja melhor do que 2015, a presidente avisou que "se aprovar a CPMF e a DRU (desvinculação das receitas da União), se estas propostas forem encaminhadas e se estabilizar a economia, a inflação irá convergir para a meta".

Depois de dizer que vai lutar "com unhas e dentes" para manter a expectativa positiva da economia, a presidente emendou: "precisamos criar um outro ambiente no Brasil, com outras expectativas".

Dilma repetiu ainda que parte dos recursos da CPMF irão para os Estados e municípios e que estes recursos ajudarão a resolver os problemas graves da Saúde, principalmente no Rio de Janeiro. "Eu te asseguro que uma parte expressiva (da CPMF) resolve (o problema da saúde)", disse ela, ao salientar que é preciso que exista esta fonte de recursos.

No encontro com jornalistas, que durou cerca de duas horas, a presidente falou muito de economia e disse que "não está pensando" em usar as reservas cambiais do governo, que estão em torno de US$ 370 bilhões, para financiar programas de investimento, como defendem alguns segmentos do governo e o PT. "Sequer discutimos isso”.

Sem subsídios

A presidente Dilma não quis dizer em que setores o governo irá atuar para restabelecer um ambiente de crescimento para a economia, mas declarou que o BNDES poderá "financiar empresas mais fragilizadas", como as pequenas, médias e micro. Negou, no entanto, que se volte ao modelo de antes, quando vários segmentos da economia foram subsidiados.

Dilma fez questão de responder às críticas de que só pensa em se salvar politicamente, ao afirmar que "o governo não está parado" A presidente lembrou que as desonerações do passado "foram muito bem intencionadas" mas reconheceu que "o momento agora é outro" e que não cabe continuar neste caminho.

Ao falar de inflação, a presidente reiterou que "temos todas as condições para redução de inflação", acrescentando que "de uma certa forma, o mercado também avalia nessa direção" porque "os fatores que levaram ao aumento de preços estão em declínio".

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