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PF indicia André Gerdau por corrupção e mais 18

17 MAI 2016 - 08h00

A Polícia Federal indiciou o empresário André Gerdau e mais 18 investigados da 6ª fase da Operação Zelotes, entre conselheiros e ex-conselheiros do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), advogados e membros da diretoria da empresa siderúrgica Gerdau, suspeita de tentar sonegar R$ 1,5 bilhão. Gerdau foi indiciado por corrupção ativa.

A PF encaminhou à Justiça Federal em Brasília, na sexta-feira, o relatório final do inquérito. O indiciamento ocorre menos de três meses depois da deflagração da 6ª fase da Zelotes. Em fevereiro deste ano, o empresário André Gerdau, presidente da empresa, foi alvo de mandado de condução coercitiva.

Na ocasião, o advogado Arnaldo Malheiros Filho, que defende Gerdau, afirmou que "eles não sonegaram absolutamente nada". Segundo o criminalista, "existe um auto de infração e eles (Gerdau) usaram o recurso que a lei permite".

"Foram ao Carf. A contratação de escritório de advocacia não ocorreu para corromper ninguém. Seria paga uma taxa de êxito, mas como não houve êxito nenhum não se pagou nada. Em três ou quatro casos um único foi julgado e a Gerdau perdeu o que demonstra que não havia nenhuma corrupção. Aí estourou a operação (Zelotes) e os outros procedimentos não foram nem julgados. Ou seja, nunca pagaram nada para advogado nenhum e nem sonegaram nada. Estavam apenas pedindo ao Ministério da Fazenda o que achavam que era direito", disse Arnaldo Malheiros Filho em fevereiro.

Ao longo da investigação, além do apoio de centenas de policiais no cumprimento de mandados judiciais nas diversas fases da Operação Zelotes, 7 policiais federais estiveram à disposição da investigação na Superintendência PF no Distrito Federal.

Ao longo de 176 páginas, o relatório lista "uma série de provas" obtidas pelos policiais e indicia os investigados por corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro, tráfico de influência entre outros crimes.

"Fartamente documentados, apenas os autos da 6ª fase da Operação Zelotes já possuem 3 volumes, além de 1 apenso", destaca nota divulgada pela PF nesta segunda-feira, 16.

"O indiciamento ágil por parte da Polícia Federal tem o objetivo de evitar a prescrição dos crimes e, assim, a impunidade."

Para realizar este trabalho, desde o início, a Polícia Federal contou com o apoio da Receita Federal, que, no âmbito de suas atribuições, participou da investigação.

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