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Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
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Supremo quebra sigilos de Calheiros, diz revista

20 DEZ 2015 - 22h00

 O presidente do senado, Renan Calheiros, não teve suas residências devassadas na Operação Catilinárias da Polícia Federal na última terça-feira, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou no dia 9 deste mês a quebra do seu sigilo bancário e fiscal no período de 2010 a 2014, solicitada pelo ministro-relator do caso, Teori Zavascki, informou a Revista Época.

Segundo reportagem da revista, duas investigações diferentes da Lava Jato em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Alagoas tentam descobrir possível envolvimento de Renan em esquema de desvio de verbas públicas. Segundo os investigadores, Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras, e Fabrizio Neves, sócio da gestora de recursos Atlântica, podem ser o elo a comprovar eventuais desmandos de Renan Calheiros em relação ao patrimônio público.

A reportagem menciona que Fabrizio é acusado de executar negócios que provocaram prejuízos ao fundo de pensão dos Correios, o Postalis, "feudo do PMDB no Senado". Já Sérgio Machado, segundo os autos de um dos inquéritos em curso no STF, era o responsável por desviar, no âmbito da Transpetro, dinheiro de contratos firmados entre Petrobras e empreiteiras. No despacho em que autoriza as quebras de sigilo, Teori registra que um dos pagamentos teve origem em contrato de R$ 240 milhões usados na construção de 20 comboios de barcaças - no transcurso dessa licitação, empresas que a venceram fizeram doações à direção estadual do PMDB de Alagoas, capitaneada por Renan, que dessa maneira abastecia sua campanha eleitoral.

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