Comerciantes comemoram vendas do Dia dos Namorados
Demanda superou 2021, quando o comércio ainda enfrentava algumas normas sanitárias
14 JUN 2022 • POR Donizetti Tobias Jr - Da Reportagem Local • 13h00
Demanda foi superior a de 2021 - Isabela Oliveira/DS
Lojistas da região central de Suzano constaram crescimento nas vendas de presentes do Dia dos Namorados.
A demanda superou 2021, quando o comércio ainda enfrentava algumas normas sanitárias e que naturalmente dificultavam o fluxo nas ruas e lojas.
O período é marcado por grande circulação das pessoas nas vias do Centro suzanense. O fato animou os vendedores.
A loja de calçados e vestuário Águia Shoes constatou aumento de 70% nas vendas. Paulo Antônio, gerente da loja DIBS, citou o crescimento de 25% no número de vendas e acrescenta levantando as datas comemorativas de fim de ano como a próxima grande expectativa de vendas.
Os setores de prataria e perfumaria também tiveram melhora significativa quando comparado ao ano anterior. Como esperado, há uma demanda grande por esses produtos nesta época.
“Ano passado vendemos com correntes nas portas, porque não podiam entrar. Este ano foi melhor, com certeza. Atendeu nossas expectativas. Vendemos kits, perfumes, tínhamos para ambos os sexos”, afirma Kimberly Barros, atendente da Lucas Pratas. “Foi bastante corrido e movimentado. Vendemos bem. É um dos feriados que mais vendemos por aqui. Vendemos bastante alianças, conjuntos, colares e pingentes”, completa.
Entretanto, apesar de o feriado ter gerado um movimento importante para os caixas dos comércios de Suzano, não foi assim para todos.
Adriano Melo, gerente da loja de artigos esportivos Curió, conta que mesmo com número reduzido de funcionários, a demanda não o satisfez.
“Até no sábado, um dia antes, foi o mais fraco dos últimos tempos, bem abaixo do normal”.
O fator de impacto que pode explicar essa oscilação na procura por presentes é o momento político econômico do País, como levantado por Arthur da Silva, gerente da Empório For All.
“Se não é gerado emprego, não é gerado ao consumo. Tem que ter uma economia que proporcione isso. Diante desse nosso atual cenário, consumo fica atado, em todos os segmentos”, nos conta. Já quanto o número de clientes, Arthur não teve objeções. “Foi relativamente bom, melhor que nossos dias normais, ainda mais no sábado, quando intensificou”, completa.