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Certidões de óbitos crescem 1,89% com 10,8 mil mortes em 2025 no Alto Tietê

Nos 14 primeiros dias de 2026, foram registrados 338 óbitos na região.

23 JAN 2026 • POR Laura Barcelos - da Reportagem Local • 05h00
Certidões de óbitos crescem 1,89% com 10,8 mil mortes em 2025 no Alto Tietê - Divulgação/Secop Suzano

O Alto Tietê iniciou 2026 com números expressivos de mortalidade. Nos 14 primeiros dias do ano, foram registrados 338 óbitos nas dez cidades da região, o que representa uma média de aproximadamente 24 mortes por dia, segundo portal de transparência de Registro Civil.

Os dados consideram todas as causas, sejam mortes naturais, doenças, acidentes ou até mesmo homicídio.

Já em comparação entre os últimos anos, de 2024 para 2025, o total de mortes na região passou de 10.600 para 10.801, um aumento de 1,89%.

Cidade mais populosa do Alto Tietê, Mogi das Cruzes concentra o maior número de óbitos. Em 2024, foram 3.843 registros contra 3.919 em 2025. Já em 2026, nos primeiros 14 dias, o município contabiliza 95 mortes.

Em seguida aparece Suzano, que registrou 1.790 óbitos em 2024 e 1.917 em 2025, um crescimento de 7,09%, um dos mais elevados da região. Neste início de ano, o município soma 85 óbitos.

Outras cidades também apresentaram aumento relevante entre 2024 e 2025. Poá teve crescimento de 6,65%, passando de 601 para 641 óbitos, enquanto Arujá registrou alta de 5,13%, com 491 mortes em 2025. Ferraz de Vasconcelos também apresentou variação, com aumento de 2,16%.

Por outro lado, Itaquaquecetuba, Santa Isabel, Guararema e Salesópolis registraram queda no número de óbitos em 2025 em comparação com 2024. Guararema, teve redução de 14,43%, passando de 194 para 166 mortes. Santa Isabel caiu de 393 para 382 óbitos registrados, 2,79%. Em Itaquá a redução foi de 2,38%, diminuindo de 2010 para 1962. Por fim, Salesópolis registrou 93 mortes em 2025 contra 95 em 2024, diminuição de 2,10%.

Por sua vez, Biritiba Mirim mantém a marca de 145 óbitos entre os dois anos.

Os números de 2026 se referem às duas primeiras semanas do ano.. Além de Mogi e Suzano, Itaquaquecetuba soma 72 óbitos, Ferraz de Vasconcelos, 39, Poá, 18, e Arujá, 13.

Nas cidades de menor porte, os registros também seguem ocorrendo. Santa Isabel contabiliza nove mortes, Guararema, cinco, enquanto Biritiba Mirim e Salesópolis registraram um óbito cada neste início de ano.