Parcerias na Assistência Social
Parcerias com a assistência social e entidades são cruciais para potencializar recursos, inovar em soluções sociais e ampliar o alcance de atendimentos a populações vulneráveis. Elas fortalecem a credibilidade, garantem a sustentabilidade de projetos, promovem o engajamento comunitário e facilitam o cumprimento de metas de desenvolvimento social (ODS).
Em Suzano, a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social de Suzano formalizou dois novos termos de parceria com o objetivo de qualificar e ampliar os serviços ofertados à população. As iniciativas, voltadas à capacitação de profissionais, à gestão de dados da pasta e ao atendimento direto às famílias, reforçam a capacidade de atendimento por meio de formação técnica, organização de informações estratégicas e presença mais intensa nos territórios. O trabalho parceiro é importante para garantir um atendimento maior e ampliar o leque de ações dentro do município.
Uma das parcerias será executada pela Associação de Assistência à Mulher, ao Adolescente e à Criança Esperança (Aamae) e envolve duas frentes consideradas estruturantes para a política pública: a Educação Permanente e a Vigilância Assistencial. As atividades terão início em março e duração de 12 meses.
A Educação Permanente será voltada à capacitação contínua dos profissionais da rede socioassistencial, promovendo formações técnicas, atualizações sobre normativas e qualificação do atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade. A proposta é garantir que as equipes estejam preparadas para lidar com as demandas sociais cada vez mais complexas, assegurando acolhimento humanizado e intervenções mais eficazes. Também promoverá ações formativas a conselheiros municipais e ao público em geral.
Não há dúvida de que as parcerias estratégicas desempenham um papel crucial no sucesso dos projetos sociais. Elas permitem a combinação de recursos, conhecimentos e experiências de diferentes organizações, ampliando o alcance e o impacto das iniciativas sociais.
Muitas ONGs costumam atuar em locais que as estruturas públicas não alcançam, cobrindo lacunas na assistência.