Cidades

Agência de Cooperação do Japão levará suzanense para intercâmbio

Fernando Brandão, vice-presidente do Bunkyo de Suzano, viaja em maio deste ano

25 MAR 2026 • POR Gabriel Vicco- Da Reportagem Local • 20h50
FERNANDO BRANDÃO E SILVIA MIZOBUTI Deram entrevista ao vivo - Isabela Oliveira/DS

A Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) irá levar, em maio, o vice-presidente do Bunkyo de Suzano, Fernando Brandão, para um intercâmbio ao Japão. Ele esteve no DS Entrevista nesta terça-feira (24), ao lado de Sílvia Mizobuti, que já fez o intercâmbio pela agência, em 2023.

Brandão deve chegar ao Japão no dia 14 de maio e retornar em 18 de junho. Ele explicou como funciona para ser selecionado. “Fiz a inscrição no fim de outubro e fiz a prova. Precisei enviar muitos documentos. Depois disso, são três entrevistas, uma em português, uma em inglês e uma em japonês. São vários cursos. Eu escolhi gastronomia, que já é minha área. Foram oito vagas para a América Latina. Do Brasil foram aprovados quatro”.

Para poder se inscrever, de acordo com ele, basta pesquisar por “Bolsa de Estudos Jica” que todas as informações estarão disponíveis. “Inclusive, existem inscrições abertas até o dia 30 de março para alguns cursos, para intercâmbio em janeiro de 2027. Depois, se não me engano, abrem inscrições em outubro para as pessoas irem no primeiro e segundo semestre de 2027”, continuou.

Sílvia Mizobuti, que já fez intercâmbio ao Japão em 2023 com a agência, explicou que todos os gastos são arcados pela Jica. “Como são bolsistas intercambistas, é tudo arcado pelo governo japonês: passagem aérea, estadia, recebemos ajuda de custo. Financeiramente não temos problema. Eles arcam com tudo”.

As exigências linguísticas variam dependendo do curso escolhido pelo inscrito. Além disso, a ideia é de que a experiência e aprendizado no Japão sejam expandidas no Brasil. “Existem cursos que exigem o básico de japonês e espanhol. Tem curso que exige um japonês mais avançado. Tem outros cursos que exigem apenas a língua portuguesa, sem qualquer outra língua. O curso não é só para você aprender e ficar para você, é trazer para o Brasil e espalhar. É um multiplicador”, explicou Fernando.