Editorial

Corte de gastos

16/09/2015 08:00


Todas as medidas anunciadas, até agora, pela presidente Dilma Rousseff (PT) para conter a crise e tentar ajustar as contas públicas do País são amargas e impopulares. O aumento de impostos sempre é criticado, sobretudo, por conta da volta da CPMF que pode atingir 0,2%. Essas medidas sejam, talvez, a única saída viável, nesse momento, para tentar “consertar” erros, admitidos até mesmo pela presidente, cometidos anteriormente. É preciso “torcer” para que o País saia da crise e volte a ter, sobretudo, desenvolvimento. É preciso crescer. É preciso criar mais empregos, mais oportunidades de trabalho a todos os brasileiros. A crise nacional virou “efeito cascata”. Prefeituras e até mesmo os lares brasileiros passaram a conviver com estas dificuldades. Adotaram também a “austeridade”, economia de gastos, redução de despesas. É evidente que, dentro desse panorama, há grupos políticos se digladiando sobre as dificuldades. Há pedidos de impeachment da presidente e muitas críticas. Essa seria a hora importante para que surgissem novas propostas, na tentativa de tirar o País da crise. A produção em muitos setores precisa ser retomada para o bem do País e a sobrevivência de empregos e empresas. As medidas adotadas pelo governo brasileira podem servir como uma alternativa que teria mesmo de ser tomada como uma resposta para a atual situação econômica. É bom lembrar que politicamente também há crise, sobretudo por conta de deputados de oposição da Câmara Federal, que cobram medidas mais enérgicas, mas, por outro lado, não deixam de levar a discussão para o campo político-partidário. Tudo vale nesse vasto campo político. É o que a presidente Dilma tem de enfrentar. Mas, é preciso tomar medidas. Não se deve “pecar” pela omissão, mas sim pela ação. Os equívocos econômico e político podem ter existido, mas o momento é de tentar tirar o País dessa situação crítica de crise. Os brasileiros não podem ser prejudicados porque trabalham, pagam seus impostos e lutam por uma vida melhor a cada dia.