Editorial

Reflexões

03/01/2016 07:00


Estamos no terceiro dia de janeiro de 2016. O ano começa cheio de reflexões. No Esporte, será o ano das Olimpíadas no Brasil e, na política, período de eleições para escolher novos governantes nas cidades. O eleitor vai votar para prefeito e vereadores. O ano será atípico por conta da expectativa que se tem de melhorar a economia do País. É verdade que 2015 foi um ano difícil para todos os entes da federação: municípios, estados e União. Foi um ano de corte de gastos, de queda na produção e redução do emprego. O balanço de 2015 na economia trouxe resultados, na maioria, negativos, com a queda na abertura de postos de trabalho, no consumo e produção na indústria. O comércio também sofreu com a baixa nas vendas de presentes no Natal e Ano Novo. Mas, o setor econômico não foi o único a passar por dificuldades. O País viveu um 2015 com denúncias de corrupção e prisões, sobretudo na Operação Lava Jato. A política, que já vive uma grande crise de credibilidade, virou sinônimo de “descrédito” por parte da população. Mas, é preciso ter esperança e começar pela população uma grande mudança para melhorar o País. É importante que o mesmo eleitor ou morador que pede o fim da corrupção faça sua parte nas mínimas coisas. O que acontece hoje é que o mesmo cidadão que pede a prisão dos corruptos é o que não respeita a sinalização de trânsito, estaciona na vaga de idoso e comete “infrações” que não condizem com a conduta ética da sociedade. Desta forma, o ano de 2016 começa com uma perspectiva de que as coisas possam ser melhores que em 2015. Mas é necessário reconhecer que as “vidas” política e econômica continuam conturbadas, com pedidos de afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT), investigações e muitos casos obscuros que emperram o andamento do País. É importante que cada cidadão faça sua parte e torça para um ano melhor com mais possibilidades e aberturas de oportunidades em todos os setores da sociedade. Somente assim o crescimento vai voltar a ser uma base “pilar” para o País.