Colunista

Mãe, amiga e companheira

06/05/2016 08:00


carmineA cada ano, celebramos o Dia das Mães, celebrado em solidário abraço, de amor impetuoso, amor filial e esponsal. A casa fica enfeitada de flores, de mensagens escritas com letras grandes, assim como grande é o coração da mãe, amiga e companheira. Em algumas delas, são visíveis os traços e os sinais da juventude, em outras, com idade um pouco avançada, fazem-se visíveis todas as vibrações da juventude, ou do espírito jovem, em outras, há sinais do incipiente envelhecimento. Algumas mães são fortes, vibrantes, sorridentes e sonhadoras, outras vivem às vezes, solitárias, inseguras e esquecidas, outras, são exigentes, autoritárias e vivem resmungando e reclamando. A maternidade torna-se obra prima na fase inicial, quando a criança está no ventre da mãe. Torna-se cada vez mais difícil quando a criança cresce. Torna-se heroica, quando avança, fiel e firme, diante de tudo o que pode afetar a vida dos filhos, droga, vícios, desemprego, prisão. Torna-se uma luz, quando os filhos reconhecem a grandeza da mãe, amiga e companheira, com a felicidade de vê-la sempre adiante caminhar com eles. Todas as mulheres são chamadas a gerar vida e amor, dando à luz novas criaturas e acompanhando-as ternamente, com palavras, gestos, sorrisos e carinhos que saem de um coração divinamente humano. Se porém, não houver brilho e luz nos olhos da mãe, mas lágrimas, ela não perde a esperança de dias melhores e com este fio de esperança, renova com firmeza e determinação suas forças, seu espírito e sua fé, para viver novos tempos, tornando-se força viva, mola mestre e carro chefe para toda a família e protagonista de novas conquistas. As mães sonham, com o que há de vir de belo, de novo e de bênçãos para sua casa, contemplando o Céu, destino final da nossa existência e invocando as bênçãos divinas, sobre toda a família. Seria ingrato, não mostrar às mães toda a ternura e a gratidão que merecem, estando neste dia, vibrando de felicidade, ao saudá-las com amor e carinho. O Dia das Mães é comemorado no mês de maio. Podemos apontar a origem da palavra “maio”, à deusa grega Maya, que na mitologia pagã era símbolo da fertilidade. A Europa, mais perto da Grécia, assimilou a cultura grega e indicou às noivas o mês de maio como ser o mês mais adequado para o casamento. De fato, na Europa, a natureza, após um inverno frio, retoma em maio a sua beleza e fecundidade. Esta tradição grega foi substituída pela tradição cristã, que indicou Maria de Nazaré, como modelo para todas as noivas, abençoadas com uma bem sucedida fertilidade, suspirando aliviadas e seguras na hora do parto. Há alguns anos, quase todas as noivas, aqui no Brasil, escolhiam o mês de maio para celebrar o casório. Não terá sido em vão esta escolha das noivas de se casarem no mês de maio, pois elas contavam com a proteção de Maria a Mãe de Jesus. Maria! Tu és a mais linda, mais bela, mais nobre e mais digna de todas as criaturas. Bendito seja o teu nome eternamente! No Dia das Mães, brilhe sorridente o rosto de Maria, abençoando todas as Mães.