Editorial

160 milhões até dezembro

12/06/2021 05:00


É preciso correr contra o tempo e tirar o atraso da falta de vacinas. O imunizante é, segundo especialistas, a forma eficaz de combater a doença.
Ontem, conformou reportagem da Agência Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse, em São Paulo, que 160 milhões de brasileiros serão vacinados contra a Covid-19 até o final deste ano. 
O País precisa se empenhar fortemente para acelerar a campanha de vacinação. O ministério afirma que já foram distribuídos mais de 105 milhões de doses para estados e municípios e mais de 70 milhões de doses de vacinas já foram aplicadas.
A cobertura de duas doses chegou a mais de 15% da população brasileira. A perspectiva do mês de julho é satisfatória, segundo o ministério, haja visto a chegada de vacinas. Somente com a Pfizer, até setembro, o País terá 100 milhões de doses e de setembro a dezembro serão mais 100 milhões de doses.
A importância da vacinação é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a única forma, até agora, de combater a Covid-19.
A situação da doença ainda é muito preocupante no País. Cidades estão com hospitais lotados.
Em São Paulo, por exemplo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) mostrou preocupação com a ocupação de leitos de UTI da capital paulista nas últimas semanas. 
Nesta semana, foram inaugurados leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e de Enfermaria no Hospital Municipal Guarapiranga (SP). Foram entregues 65 novos leitos (30 de UTI e 35 de enfermaria) exclusivos para o atendimento de pacientes com complicações decorrentes do novo coronavírus, no hospital situado na zona sul da capital. 
No local, que é custeado em parceria com o governo federal, foram investidos R$ 2.638.432,66 para ampliação. Os novos leitos já poderão ser utilizados na próxima semana.
É importante que estes equipamentos tanto em São Paulo, como em outras regiões, com o Alto Tietê seguem entregues para garantir o atendimento para quem precisa.
A saúde é um direito de todos e um dever do Estado garantido mediante políticas sociais e econômicas. 
Por isso, a vacinação e a estruturação para atendimento de pacientes são fundamentais.