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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020

Alimentos causam maior queda nas vendas do varejo

14 JAN 2016 - 07h00

O setor de alimentos foi determinante para que as vendas do comércio varejista do País fechassem novembro de 2015 com queda de 7,8% na comparação com novembro de 2014. É a oitava retração consecutiva e a maior na série sem ajuste sazonal nos últimos 12 anos desde os -11,3% de março de 2003.

A constatação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou ontem a Pesquisa Mensal de Comércio (PME). Ela fechou novembro com crescimento de 1,5% sobre outubro do ano passado. Os dados indicam que a receita nominal do setor cresceu 2,3% de outubro para novembro do ano passado e 1,4% em relação a novembro de 2014.

Os resultados da PME, no entanto, são predominantemente negativos com o volume de vendas no acumulado de janeiro-novembro de 2015 fechando em -4% e em -3,5% no acumulado dos últimos 12 meses. Já a receita nominal do setor, nas mesmas bases de comparação, mantém-se no campo positivo com variações de 3,35 e 3,6%.

Já o comércio varejista ampliado – que inclui veículos, motos, partes e peças e de material de construção – encerrou novembro com variações positivas sobre outubro: 0,5% para volume de vendas e 1,1% para a receita nominal.

A queda de 7,8% na comparação com novembro do ano passado nas vendas do varejo teve perfil disseminado de resultados negativos entre as atividades que compõem o setor. O principal impacto negativo na formação da taxa geral no volume de vendas foi exercido pelo segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo com queda de 5,7%.

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