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Jornal Diário de Suzano - 24/11/2020

Anderson Di Rizzi fala sobre o Zé dos Porcos

03 ABR 2016 - 22h30

Se existe uma característica nobre no roceiro Zé dos Porcos, vivido por Anderson Di Rizzi em "Êta Mundo Bom!", da TV Globo, é a persistência. Apaixonado por Mafalda, de Camila Queiroz, ele não se importou em esperar para receber a atenção da amada. O comportamento encanta o ator, que não esconde a felicidade com o trabalho.

"Ele é muito mais evoluído que eu. Acho que não me permitiria sofrer tanto por alguém. E a gente tem um egoísmo, não queremos ver quem a gente ama com outra pessoa", diz o ator.

A doçura e a ingenuidade do personagem conquistaram o público. E a recepção nas ruas é boa, segundo o ator, nascido em Campinas, em São Paulo. Tanto que o que mais ouve é que Zé é "fofo". Com a torcida a seu favor, ele adianta que o criador de porcos da trama de Walcyr Carrasco pode estar perto de ter seu coração preenchido.

O Zé dos Porcos, assim como outros personagens do núcleo do interior, tem a pureza como ponto forte. Essa é a beleza dele?

Anderson Di Rizzi - Com certeza. Ele é bem doce, tem um amor muito puro pela Mafalda, gosta dela incondicionalmente e quer vê-la feliz, quer o bem dela. Ele é muito mais evoluído que eu. Acho que não me permitiria sofrer tanto por alguém. E a gente tem um egoísmo, não queremos ver quem a gente ama com outra pessoa. É difícil aceitar isso e ele aceita. A gente é “treinado” a não amar todo mundo para não sofrer. O Zé não. É alguém que tem muito amor para dar.

Acha que é um personagem mais trabalhoso de ser feito por ter tantos detalhes?

Anderson - Sim. E eu tento com o meu trabalho demonstrar essa personalidade dele. Com o olhar, com o corpo... É um personagem muito delicado de fazer. Ele demonstra que gosta da Mafalda, mas isso não é de uma forma descarada, é como se uma criança gostasse da outra.

Houve uma preparação especial?

Anderson - A preparação foi diferente das outras. Digamos que eu comecei de fora para dentro. Fiz um trabalho corporal intenso, trabalhei referências de Charles Chaplin e Mazzaropi. E isso tudo foi feito antes de eu receber os capítulos. Por sorte, quando tinha o material na mão, vi que estava no caminho certo. Esse treino todo me ajudou a fazer o jeito dele de olhar, de andar... Sempre antes de gravar, faço alongamentos e aquecimento vocal. É que a fala engasga por causa do sotaque dele.

O que tem ouvido nas ruas sobre o Zé?

Anderson - Acho que o público está curtindo bastante. O pessoal está muito dividido também. Acha que a Mafalda tem que ficar com o Zé porque ele a ama de verdade e porque é fofo. Outros falam que ele é limpinho e bonito, mas que não presta, que é frouxo.

Acha que ele não vai desistir da Mafalda nunca?

Anderson - Eu acho difícil. Ele se apaixonou de cara por ela.

E se viesse um novo amor, como a Eponina, de Rosi Campos?

Anderson - Ah, eu não acredito. Ele é muito cúmplice da Eponina. . Mas seria engraçado, não é? O que posso dizer é que a Mafalda vai perceber algo diferente nesse homem nos próximos capítulos.

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