Envie seu vídeo(11) 97569-1373
sábado 31 de outubro de 2020

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 30/10/2020

Desconfiança deve cercar o Brasil na reunião de Davos

19 DEZ 2015 - 20h10

A elite da economia mundial vai querer saber da presidente Dilma Rousseff (PT) o que esperar de seu governo para 2016, diante da queda pronunciada do Produto Interno Bruto (PIB), da instabilidade política, do aumento do desemprego e da forte flutuação da moeda.

No fim de janeiro, o Fórum Econômico Mundial realiza seu encontro anual em Davos e, segundo fontes da entidade, Dilma foi convidada para se dirigir às centenas de empresas que, nos últimos anos, investiram bilhões de dólares no mercado brasileiro. Agora, os patrões dessas multinacionais querem saber, da própria cúpula do governo, o que é que vai ser feito em 2016 para o País retomar o crescimento ou pelo menos deixar de registrar uma das recessões mais profundas do mundo.

Os organizadores têm insistido muito que a delegação brasileira ainda inclua o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. "Há muito interesse de nossos membros em saber o que está ocorrendo no Brasil e como a atual crise política e financeira vai ser tratada", disse um representante do fórum. "Há muito em jogo no Brasil."

Fontes ouvidas pelo Estado indicaram que, nos bastidores do evento, empresas têm pressionado os organizadores a usar o evento em Davos para que possam escutar da liderança brasileira se existe um plano ou não para sair da crise.

Em 2014, Dilma já ocupou o palco em Davos e, em um discurso, tentou garantiu que o País manteria sua taxa de crescimento. Mas fez um apelo para que o empresariado apostasse no Brasil. "Nosso sucesso nos próximos anos estará associado à parceria com os investidores do Brasil e de todo mundo".

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias