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Jornal Diário de Suzano - 03/12/2020

Dívida Pública cresce 2,66% em novembro

23 DEZ 2015 - 07h00

A Dívida Pública Federal (DPF) teve, em novembro, aumento de 2,66%, em comparação ao mês anterior. A dívida subiu de R$ 2,646 trilhões para R$ 2,716 trilhões. Os dados foram divulgados ontem pelo Tesouro Nacional.

O endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões, pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta (com destinação específica). Mês passado, as emissões da DPF corresponderam a R$ 54,82 bilhões, enquanto os resgates foram R$ 12,37 bilhões, emissão líquida de R$ 42,45 bilhões.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) subiu 2,84%: passou de R$ 2,504 trilhões, em outubro, para R$ 2,575 trilhões, em novembro. A DPMFi é a dívida pública federal em circulação no mercado nacional. Ela é paga em reais e captada por meio da emissão de títulos públicos. A elevação foi causada pela emissão líquida, de R$ 48,18 bilhões, e incorporação de juros, no valor de R$ 28,03 bilhões, disse o Tesouro Nacional.

A participação dos não residentes na DPMFi subiu de 19,13% para 19,37%. “Mostra que os títulos públicos continuam atrativos mesmo no atual cenário conturbado que tivemos aí”, disse o coordenador–geral de Operações da Dívida Pública do Tesouro Nacional, José Franco. Investidores Não Residentes são pessoas físicas ou jurídicas, fundos ou outras entidades de investimento coletivo, com residência, sede ou domicílio no exterior e que investem no Brasil, segundo definição da Comissão de Valores Mobiliários.

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