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Jornal Diário de Suzano - 21/11/2017
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Relação entre etanol e gasolina atinge 65,5% em SP

04 ABR 2015 - 08h00

Levantamento encaminhado quinta-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, mostrou que a relação entre o preço médio do etanol e o valor médio da gasolina alcançou o nível médio de 65,51% em março na Capital paulista. O número apurado no mês passado, que tomou como base o comportamento dos combustíveis no Índice de Preços ao Consumidor (IPC), ficou abaixo do observado em fevereiro, de 65,87%, e representou a menor marca para um mês de março desde 2009, quando ficou em 55,77%.

Na avaliação de especialistas, o uso do etanol deixa de ser vantajoso em relação à gasolina quando o preço do derivado da cana-de-açúcar representa mais de 70% do valor da gasolina. A vantagem é calculada considerando que o poder calorífico do etanol é de 70% do poder da gasolina.

O cenário retratado pela Fipe em março deste ano mostrou que foi, portanto, vantajoso usar o etanol, detalhe que não havia sido verificado no terceiro mês de 2014, quando a relação ficou em 72%. "A relação que estamos vendo entre etanol e gasolina é surreal, considerando o que vimos nos últimos anos", comentou o coordenador do IPC, André Chagas. "É atípico", avaliou, lembrando que o comportamento do etanol em queda, num período que ainda costuma concentrar efeitos da entressafra da cana-de-açúcar, não é muito comum.

Para Chagas, este comportamento do etanol pode ter ligação com necessidade de os produtores liberarem os estoques elevados do combustível no momento atual, como forma de preparação para aproveitar o período de safra que se aproxima para novos estoques.

Mês passado, com base na pesquisa do IPC, o valor médio do etanol teve comportamento diferente do verificado em fevereiro do mesmo ano. Apresentou queda de 0,28% ante avanço expressivo de 8,29% no segundo mês de 2015. O preço médio da gasolina, por sua vez, continuou em alta, mas de maneira bem menos significativa: passou de 8,68%, em fevereiro, para 0,46% no mês seguinte.

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