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Jornal Diário de Suzano - 13/12/2017
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Retração do PIB em 2015 passa de 1,18% para 1,20%

12 MAI 2015 - 08h00

O desânimo do mercado financeiro com a atividade econômica está cada vez mais evidente no Relatório de Mercado Focus, divulgado ontem pelo Banco Central (BC). A expectativa mediana para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 é de queda de 1,2% ante 1,18% da semana anterior. Há quatro semanas, a projeção era de recuo de 1,01% no PIB deste ano. Para 2016, a mediana das projeções se manteve em crescimento de 1% pela quarta semana seguida.

Os resultados do PIB sofreram influência das expectativas sobre a produção industrial, cuja mediana das estimativas para este ano segue em baixa de 2,50% - a mesma de quatro semanas atrás. Para 2016, as apostas de expansão para a indústria seguem em 1,5% há cinco semanas consecutivas.

Analistas esperam que a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB encerre 2015 em 37,95%, após oito semanas seguidas de mediana em 38%. Para 2016, as expectativas passaram de 38,7% para 38,5% - um mês antes, estava em 38,9%.



Inflação

Ainda que haja uma pressão nas projeções de inflação de curto prazo, com o Top 5 de médio prazo, por exemplo, prevendo pela primeira vez IPCA acima de 9%, há uma tendência de afrouxamento nas expectativas do mercado financeiro para períodos mais longos Essas reduções são amplamente aguardadas pelo Banco Central para o período de 2016 a 2019.

De acordo com as séries estatísticas do Relatório de Mercado Focus, a mediana das expectativas para o IPCA de 2016 passou de 5,6% na semana passada para 5,51% agora. Para 2017 e 2018, não houve alterações, com as taxas previstas permanecendo em 5% nos dois anos. Já para 2019, a redução foi de 4,75% para 4,7%.

Presidente da instituição, Alexandre Tombini falou pela primeira vez nesse assunto em janeiro. Na ocasião, atribuiu a queda das previsões ao efeito da mudança do governo sobre sua política fiscal. De qualquer forma, apesar do alívio, todas as estimativas estão acima do centro da meta de inflação determinada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5%, para este e o próximo ano.

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