O ajudante Douglas Mendes da Silva, de 18 anos, foi executado em um terreno baldio na Rua Gardênia, na Vila Real, em Poá. Um único disparo foi efetuado em direção a cabeça da vítima. A Polícia Militar (PM) chegou a socorrê-lo às pressas ao Hospital Regional Dr. Osiris Florindo Coelho, mas a vítima não resistiu ao ferimento e morreu. A investigação sobre a morte ficará a cargo do Setor de Homicídios (SH) de Mogi das Cruzes.
Silva foi assassinado na segunda-feira à noite (10). A única testemunha do homicídio disse que estava na companhia da vítima, uma vez que ambos escolheram o terreno baldio para namorar escondido. Afirmou também que foram surpreendidos por um homem, que aparentava ter entre 19 e 20 anos. Ele passou a questionar o ajudante sobre o motivo de estar no local.
Sem nenhum motivo, o suspeito começou a espancar o jovem. As agressões duraram aproximadamente um minuto. Inexplicavelmente, o agressor começou a assoviar. De repente, um segundo homem surgiu, com o rosto coberto por roupas, e efetuou um único disparo. Após o tiro, a testemunha saiu correndo. Isto porque também temia ser morta.
Tanto a testemunha como uma amiga, que estava a esperando, disseram à Polícia Civil que não sabem o real motivo que levasse a morte de Silva e que não conseguiram identificar as características dos suspeitos. Em razão disto, a investigação tentará identificar qual foi a motivação para o homicídio.
Devido a região ser afastada de residência, nenhuma câmera de monitoramento foi localizada até o momento.