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Polícia

Mulher suspeita de causar morte do filho ao lançá-lo ao chão se entrega à Polícia

Desde a morte da criança, na última sexta-feira (3), a suspeita estava foragida. Mulher alega bipolaridade

06 novembro 2017 - 12h31 Por Marcus Pontes - de Itaquá

A mãe do menino Nicolas Freire Matsumoto, de 1 ano e 7 meses, se entregou à Polícia. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (6). A mulher estava foragida desde a última sexta-feira (3), quando o filho morreu após ser lançado ao chão na casa da família, localizada no Jardim Coqueiro, em Itaquaquecetuba. A criança chegou a ser socorrida ao Hospital Santa Marcelina, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A Justiça expediu mandado de prisão temporária de 30 dias contra a mulher.

Os indícios apontam que a morte da criança foi causada pela mãe. Isto porque o menino tinha ferimentos na cabeça e costas. Desde o falecimento da criança, na sexta, o paradeiro da mulher era incerto. Porém, no domingo (5), a suspeita se entregou na Delegacia Central da cidade. Ela foi transferida no mesmo dia à Cadeia Feminina de Poá e aguarda vaga num Centro de Detenção Provisória (CDP).

A reportagem apurou que, no primeiro depoimento, a mulher alegou ter bipolaridade e que estava fora de si, quando lançou o filho ao chão. Além disso, segundo a Polícia, o pai da criança não teve qualquer relação com a morte, uma vez que ele estava trabalhando no momento em que ocorreu o fato.

A Polícia Civil disse que a mulher deverá responder pelo crime de homicídio simples. O caso está sendo analisado pela Delegacia Central.

Entenda o caso

Uma criança morreu após ser lançado ao chão, em Itaquaquecetuba. O crime aconteceu no Jardim Coqueiro. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a socorrer a criança com vida ao hospital, porém, o menino morreu. 

Depois de confirmada a morte, a mãe da criança fugiu. O pai estava trabalhando no momento do crime. A suspeita é de que o fato tenha ocorrido durante uma discussão entre o casal pelo telefone. A avó da criança chegou a ir ao hospital, mas apenas para acompanhar o caso.

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