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Polícia

Em intervalo de 1h15, Suzano registra homicídio e tentativa de homicídio

Em um dos crimes, bandido entrou em bar e atirou em comerciante

14 fevereiro 2018 - 13h11 Por Marcus Pontes - de Suzano

Suzano registrou dois casos violentos em pontos distintos da cidade, no intervalo de 1h15, da segunda-feira (12) de Carnaval. O primeiro foi um ataque a tiro contra um comerciante num bar, na Avenida Antônio Marques Figueira, na Vila Mazza. Ele está hospitalizado no Itaim Paulista, Zona Leste de São Paulo, mas não corre risco de morte. A segunda ocorrência é a do homicídio do ajudante de pedreiro Agnaldo Jesus da Silva, de 33 anos, na Rua General José Galeti, no Jardim Belém. 

O primeiro de violência na cidade foi o do comerciante, na Vila Mazza. Ele estava dentro de um bar, quando um motociclista chegou ao local, por volta da 1 hora, e atirou. O alvo foi justamente a vítima, já que nenhum outro frequentador foi atingido. Depois do ataque, o bandido fugiu em alta velocidade e a vítima foi socorrida ao Hospital Santa Marcelina, do Itaim Paulista.

A Polícia Civil investiga se um cabeleireiro levado por policiais militares (PMs) à Delegacia Central tenha relação com o crime. Isto porque testemunhas teriam passado placa de uma moto possivelmente envolvida no crime. No depoimento, o investigado negou ter participado do crime. Ele, inclusive, deu declarações de que teria passado o dia com um amigo. E que teria passado próximo ao local, quando voltava para casa. Portanto, segundo o homem, é possível que tenham o confundido com o atirador. 

Segundo crime

Já às 2h15 da madrugada, o corpo de um homem foi encontrado. A PM foi ao local e encontrou o ajudante de pedreiro Agnaldo Jesus da Silva. Ele foi morto após ser esfaqueado. Os golpes atingiram o pescoço e cabeça da vítima. O número de perfurações não foi citado.

Uma faca, que possivelmente pode ter sido utilizada pelo autor da morte violenta, foi apreendida. Peritos da criminalística foram ao local. Até o momento, a polícia não divulgou se há informações do que possa ter motivado o assassinato, ou se alguma pessoa testemunhou crime. 

Agora, a investigação sobre o homicídio será coordenada pelo Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) de Mogi das Cruzes.

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