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Jornal Diário de Suzano - 09/07/2020
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Acusados de matar soldado Rodrigo de Lucca são condenados; penas variam de 8 meses a 29 anos de prisão

Soldado foi morto em 2014. Julgamento dos quatro réus durou três dias e terminou na noite da última sexta-feira, 7

Por Daniel Marques - de Suzano08 FEV 2020 - 13h19
Julgamento terminou na noite desta sexta-feira, no Fórum de SuzanoFoto: Regiane Bento/Divulgação

Os quatro réus acusados de matar o policial Rodrigo de Lucca da Fonseca foram condenados a penas que variam entre oito meses e 29 anos e 9 meses de prisão. O julgamento terminou na noite da última sexta-feira, 8, no Fórum de Suzano.

Deivis Willian da Silva foi condenado a 29 anos e 9 meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, roubo duplamente qualificado, extorsão, sequestro e associação criminosa. Ele cumprirá a pena em regime fechado.

Demerson Andrade de Carvalho foi condenado a 29 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado, roubo duplamente qualificado, extorsão e seqüestro. Ele foi absolvido do crime de associação criminosa e, assim como Silva, terá que pagar a pena em regime fechado.

Israel Xavier Candeas foi condenado a 8 anos e 9 meses de reclusão em regime semi-aberto pelos crimes de homicídio simples e associação criminosa.

Por fim, Antonio Monteiro da Silva Neto foi condenado a 8 meses em regime aberto. Ele também responde a outros processos.

O caso

O policial militar Rodrigo de Lucca da Fonseca, na época com 28 anos, foi sequestrado, torturado e morto em junho de 2014. Ele chegava em casa, no Parque Monte Líbano, em Mogi, quando desapareceu. 

O soldado De Lucca ficou desaparecido por três dias e foi encontrado com marcas de tiros em um terreno às margens da Rodovia Índio Tibiriçá (SP-31), no dia 24 de junho daquele ano. O carro dele foi encontrado em um córrego, em Suzano.

O policial foi enterrado no dia seguinte. O caso ganhou grande repercussão na imprensa do Alto Tietê. Os suspeitos foram presos ao longo das investigações.

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