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Jornal Diário de Suzano - 10/12/2017
mrv

Jovem é espancada até a morte no Miguel Badra

17 MAI 2015 - 08h01

A Polícia Militar (PM) de Suzano prendeu um homem, de 29 anos, acusado de espancar a mulher até a morte, no bairro do Miguel Badra, em Suzano. O casal estava junto há quatro anos, mas sempre tiveram problemas conjugais, de acordo com os parentes da jovem. A vítima A.F.P.V, de 20 anos, morreu em decorrência das agressões físicas que teria sofrido durante toda a madruga.

Os policiais chegaram até a “Favela Portelinha”, depois de receberem um chamado do Centro de Operação da Polícia Militar (Copom) sobre um homicídio. Ao entrarem na casa, de dois cômodos, os policiais encontraram a vítima no sofá, já sem vida e com hematomas no rosto, perna e pescoço. Em frente a jovem brutalmente espancada e morta, os PMs resgataram a filha do casal, que estava no berço. O bebê tem apenas três meses de vida e chorava muito. Os familiares da vítima afirmaram que era de fome.

Nesse momento, o autor do crime já tinha fugido do local.

Mais uma vez, o Copom auxiliou na ocorrência e informou aos policiais que um homem com as características do agressor estava correndo por uma rua no mesmo bairro.

A viatura foi deslocada até o local, a Rua 13, e efetuou a apreensão de J.P.L.S, que não tentou reagir e confessou aos policiais que "havia feito besteira". O agressor tinha passagem por roubo.

Depois, o acusado tentou negar o crime e alegou que não se lembrava do que tinha acontecido. Indagados pelos policias, ele ainda deu outras duas versões: de que o crime foi motivado por traição e que homens teriam invadido a residência e a espancado até a morte. O acusado é usuário de drogas.

O perfil do autor do crime é de violência. Segundo, os familiares da vítima que esperavam a conclusão do Boletim de Ocorrência (B.O) na Delegacia de Polícia (DP) Central de Suzano. As brigas entre o casal eram constantes. Por diversas vezes, a jovem aparecia com marcas de tortura na região da cabeça e outras partes do corpo, segundo relatos.

A mãe da vítima contou que a filha tinha medo de denunciar o marido, que estava desempregado. Ela também relatou que foi agredida pelo genro em novembro do ano passado. Ela tentava separar a briga entre o casal quando levou socos no rosto. Ela ficou 20 dias de internada e teve de ser submetida a uma cirurgia para a implantação de uma platina do lado esquerdo do rosto.

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