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Médico ginecologista tem prisão preventiva decretada após suspeita de abuso a paciente

Ele foi preso no próprio consultório, em Suzano; segundo a polícia, médico é suspeito de ter antecedentes parecidos

Por Daniel Marques - de Suzano05 OUT 2020 - 13h06
Médico foi surpreendido em seu consultório; ele nega as acusaçõesFoto: Arquivo/DS
Atualizada às 19h19.
 
Um médico ginecologista teve prisão preventiva decretada na manhã desta segunda-feira (5), sob suspeita de ter abusado sexualmente uma paciente durante uma consulta, em Suzano.
 
O caso está sendo tratado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Suzano. A vítima teria se sentido desconfortável durante a visita realizada em setembro e relatado ao namorado, que percebeu o ato libidinoso e foi até a delegacia.
 
A polícia levantou a ficha do médico José Adagmar Pereira de Moraes e constatou que ele já havia realizado ações suspeitas da mesma natureza no estado do Pernambuco, e que também há um Boletim de Ocorrência (B.O.) correndo contra o médico na cidade de São Paulo.
 
A delegada Silmara Marcelino, da DDM de Suzano, solicitou a prisão temporária ao juiz, que preferiu conceder a preventiva. O médico será interrogado ainda nesta segunda-feira. 
 
"Como foi concedida a prisão preventiva, o inquérito tem que ser finalizado em 10 dias. Estamos aguardando a advogada dele. Será interrogado e verificaremos se falta algo a ser feito", disse a delegada. 
 
Com a detenção do ginecologista, a delegacia agora aguarda para ver se outras mulheres também farão a denúncia. O médico, por meio de sua defesa, nega os fatos.
 
Em nota, o Grupo NotreDame informou que repudia qualquer tipo de assédio ou violência e que está colaborando com as investigações. Disse também que havia recebido, em 22 de setembro, uma reclamação contra o ginecologista afirmando que o médico havia feito um procedimento sem luvas. 
 
O grupo diz que o médico é de uma "empresa terceirizada" e que, após a denúncia, abriu um processo interno, uma vez que o médico negou as acusações. A NotreDame foi "surpreendida" com a prisão preventiva do médico decretada. Ele está afastado definitivamente das suas atividades no grupo.
 
O DS não conseguiu contato com o advogado do médico.

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