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Jornal Diário de Suzano - 23/03/2019
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Parente é principal suspeito de ter matado e esquartejado família de bolivianos

Polícia Civil deve solicitar à Justiça pedido de prisão contra concunhado

Por Marcus Pontes - de Itaquá09 JAN 2019 - 09h30
Familiares e amigos das vítimas, na Bolívia, fizeram campanha para tentar encontrá-losFoto: Divulgação

Atualizado às 11h28

A Polícia Civil disse nesta quarta-feira (9) ter identificado o principal suspeito de ter assassinado e esquartejado uma família de bolivianos (pai, mãe e filho, de 8 anos), em Itaquaquecetuba. O homem permanece foragido.

Os corpos de Irma Morante Sanizo, de 38 anos, Jesus Reynaldo Condori, de 39 anos, e Gian Abner Morante Condori, de 8 anos, foram encontrados em uma mala e em sacos de lixo, no banheiro de um imóvel alugado, na Rua Serra Formosa, no Jardim Paineira, durante o final da noite de terça-feira (8).

O investigado é o concunhado de uma das vítimas. Ele foi o último a ser visto com a família. A hipótese é que ele tenha matado os parentes, em represália a um desentendimento ocorrido no dia 23 de dezembro. No dia seguinte à briga, o suspeito chegou em casa, na Capital, embriagado e na companhia do sobrinho, o que despertou estranheza na esposa.

Três dias depois, o suspeito pediu ajuda a um amigo boliviano para intermediar a locação de um imóvel, em Itaquá. Foram pagos cerca de R$ 3 mil.

 Disse ainda que precisava de ajuda para transportar máquinas de costura e outros equipamentos ao imóvel, o que foi realizado por este amigo e um funcionário do casal assassinado.

A polícia suspeita que este amigo do suspeito também possa ter envolvimento no crime, uma vez que o celular de uma das vítimas foi encontrado com ele.

De acordo com a polícia, o último contato do suspeito com a esposa foi na última segunda-feira, por volta das 19 horas. Além disso, clientes das vítimas, que tinha uma confecção no Brás, no Centro de São Paulo, relataram que uma pessoa estaria tentando forjar a assinatura em cheques.

Ao DS, pessoas ligadas à investigação reforçam tese de que a chacina tenha sido planejada. A investigação prossegue. Um pedido de prisão deve ser formalizado ainda nesta semana e enviado à Justiça.

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