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Caso dos carecas

Skinhead condenado por morte e tentativa de homicídio de amigos em Brás Cubas é capturado

Segundo a polícia, o analista estava foragido desde dezembro do ano passado. Ele foi sentenciado a cumprir pena de 31 anos, 9 meses e três dias de prisão

Por Marcus Pontes - de Guarulhos12 MAR 2018 - 15h31
Segundo a polícia, o analista estava foragido desde dezembro do ano passado. Ele foi sentenciado a cumprir pena de 31 anos, 9 meses e três dias de prisãoFoto: Reprodução

Um dos skinheads, que participaram do episódio no qual dois jovens foram obrigados a pular de um trem em movimento, em dezembro de 2003, na Estação Brás Cubas, em Mogi das Cruzes, foi preso pela Polícia Militar (PM). A prisão ocorreu nesse domingo (11), na Rodovia Ayrton Senna (SP-70), em Guarulhos.

A ação da PM foi no quilômetro 28. Vinicius Parizatto, de 36 anos, foi detido na companhia da namorada. Segundo a polícia, o condenado voltava para Mogi ao sair de um culto evangélico em Itaquera, Zona Leste da Capital.

Parizatto estava foragido desde dezembro do ano passado. Em 2011, ele foi solto para aguardar julgamento, depois de cumprir pena de 2 anos e 4 meses de prisão. No entanto, em dezembro de 2017, o último recurso da defesa foi negado pela Justiça.

Por isto, o analista era dado como foragido, pois, foi sentenciado a cumprir pena de 31 anos, 9 meses e três dias de prisão pelo episódio que terminara na morte de Cleiton Leite, de 20 anos. Outra vítima, na época com 16 anos, também foi obrigada a pular do trem e perdeu um dos braços.

Entenda o caso

Na época, os jovens foram obrigados a pular de um trem em movimento, porque vestiam roupas e tinham o cabelo aparentemente de punk. Isso teria sido o motivo para três skinheads darem ultimato às vítimas: ou pulavam ou morriam.

À época do crime, os três acusados estavam vestidos com jaquetas, coturnos e calças com detalhes militares. Além disso, com o grupo, foi encontrada machadinha e tchaco (arma de arte marcial a qual têm dois bastões ligados a uma corrente). Todos os acusados negaram os crimes, inclusive alegando que as vítimas saltaram por vontade própria.

Segundo o Ministério Público (MP), os outros dois envolvidos no crime também foram condenados. Juliano Aparecido Freitas foi sentenciado a 24 anos e seis meses de prisão, em maio de 2011, e está preso desde 2015. Já Danilo Gimenez Ramos aguarda em liberdade, em razão de um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF).

 

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