As cidades do Alto Tietê estão em alerta, após a confirmação dos primeiros casos da varíola do macaco no Brasil. Até o momento, nenhum município registrou casos suspeitos da doença.
Na cidade suzanense, a Prefeitura informou que não há registro de casos suspeitos ou confirmados da doença na cidade. A Secretaria Municipal de Saúde afirmou que segue em monitoramento.
Em Ferraz de Vasconcelos, a Vigilância Epidemiológica da cidade informou que recebeu um alerta do Centro de Vigilância do Estado sobre a varíola e, como medida, o órgão vai repassar a todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Ferraz para conhecimento. Até o momento, a Prefeitura disse que não há nenhum caso da doença no município.
A mesma situação ocorre em Mogi das Cruzes. A Prefeitura disse que não há registro de casos suspeitos na cidade, mas que todos os serviços de saúde seguem as orientações de alerta emitidas pelo Ministério da Saúde. A principal orientação citada pelo Executivo é ficar alerta aos sintomas: febre, dor de cabeça, dor no corpo e nas costas, inchaço nos linfonodos, exaustão, calafrios e bolinhas que aparecem no corpo inteiro (principalmente rosto, mãos e pé).
Em Poá também não há casos suspeitos e nem confirmados da doença. A Secretaria Municipal de Saúde alerta que em caso de suspeita de contaminação, a pessoa fique isolada. “Não se deve esperar a confirmação do exame. O isolamento deve ser feito imediatamente. As medidas de prevenção recomendadas são o uso de máscara e higiene das mãos”, disse.
A Prefeitura de Itaquaquecetuba disse que não há nenhum caso suspeito ou confirmado de varíola de macaco na cidade. Além disso, comentou que as orientações aos munícipes são as mesmas de Mogi, de atenção aos sintomas.
Arujá, por vez, também comunicou que não registrou nenhum caso da doença até o momento.
Em Santa Isabel, a Prefeitura descartou registro de casos suspeitos ou confirmados da varíola do macaco. “Temos recebido orientações estritamente técnica da gestão estadual, e estas informações são repassadas aos serviços de saúde do município, para detecção e notificação precoce de caso suspeito”, disse por meio de nota.