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Região

Indústrias da região exportam mais de US$ 415 mi em cinco meses

Cresceu também o índice de importações, que atingiu US$ 748,6 milhões, um avanço de 11,1% comparado a 2022

15 junho 2023 - 21h45 Por da Região
O volume de exportações do Alto Tietê registrou alta de 3,7% nos cinco primeiros meses do ano. No período, as vendas da região alcançaram US$ 415,3 milhões contra US$ 400,5 milhões no mesmo período em 2022. 
 
Cresceu também o índice de importações, que atingiu US$ 748,6 milhões, avanço de 11,1% em relação ao mesmo intervalo do ano passado, quando foram negociados US$ 673,6 milhões em compras. A comercialização de papel e cartão liderou o ranking de exportação.
 
Dados da Balança Comercial divulgados pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em parceria com o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) indicam que o Alto Tietê foi a vigésima segunda diretoria que mais exportou no Estado. 
 
O desempenho reflete na Corrente de Comércio – soma das exportações e importações – que registrou resultado positivo de 8,4%.
 
“Com o anúncio do Governo Federal sobre as novas medidas de incentivo a indústria automobilística, esperamos que a produção avance no Alto Tietê, já que nossa Região concentra um número importante de indústrias do setor e de outras tantas que produzem peças e insumos”, explicou o diretor regional do CIESP Alto Tietê, José Francisco da Silva Caseiro.
 
Além da venda de papel e cartão, que representou 21,3% das vendas da Região, as máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos atingiram 18% dos negócios, assim como das máquinas, aparelhos e materiais elétricos que alcançaram 7,4% das negociações.
 
No período, os principais parceiros comerciais dos municípios do Alto Tietê foram Estados Unidos (25,6%), Argentina (15,7%) e Chile (5,7%).
 
Já considerando as importações, os produtos mais comprados foram máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (21%), veículos automóveis, tratores (20,6%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (9,8%). As compras se concentraram especialmente na China (18,9%), Alemanha (15%) e Japão (11,9%).

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