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Jornal Diário de Suzano - 31/10/2020
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Alto Tietê registra 173,87 raios por quilômetro quadrado em 2015

17 JAN 2016 - 07h01

No último ano, as dez cidades do Alto Tietê registraram juntas 173,87 raios por quilômetro quadrado. Itaquaquecetuba, por exemplo, lidera o ranking estadual de incidência de raios e computou 13,13 descargas elétricas por km² no ano. Com a chegada do verão e chuvas típicas da época, o fenômeno pode aumentar em mais de 20% na região Sudeste do Estado. Os dados foram calculados pelo DS a partir de informações divulgadas pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

De acordo com o núcleo, dos dez municípios da região, Itaquá é o que possui a maior probabilidade de sofrer com as descargas. Apenas em 2015, foram registradas 13,13 ocorrências na cidade. Na sequência estão Ferraz de Vasconcelos e Poá, com 12,23 e 11,94 raios por quilômetro quadrado no ano, respectivamente (veja lista completa na tabela).

Mesmo sem aparecer no ranking das cidades que mais recebem descargas elétricas durante o período de chuvas de verão, Mogi das Cruzes é o único município que computou morte por raio. A fatalidade aconteceu em 2014, quando um idoso de 64 anos foi a óbito, em casa, após ter contato com uma centelha de radiação. No último ano, o Alto Tietê não registrou mortes por raio.

Segundo o Inpe, de 2000 a 2014, 82% das vítimas de raios eram homens e 18% mulheres. Sendo que a maior parte dos acidentes (25%), aconteceram em regiões do campo e 19% dentro de casas. Outros 11% das vítimas foram atingidas quando estavam próximas a um veículo e 8% debaixo de uma árvore. Apesar de assustar e chamar atenção da população, apenas 5% das vítimas de raios estava em alguma praia durante o fenômeno. Vale destacar que as zonas rurais e urbanas são as mais atingidas por descargas elétricas com 61% e 26% das ocorrências. Em seguida está o litoral com 7% e as rodovias com 6%.

CUIDADOS

Durante as chuvas/tempestades, principalmente as que chegam acompanhadas de raios, relâmpagos e trovões o mais indicado é que as pessoas saiam da rua. Caso não seja possível se deve procurar abrigo em carros, ônibus ou veículos metálicos não conversíveis; moradias ou prédios, de preferência que possuam proteção contra raios e abrigos subterrâneos, tais como metros ou túneis.

Também é importante evitar segurar objetos metálicos longos (varas de pesca, tripés, tacos de golfe), empinar pipas e aeromodelos com fio, andar a cavalo e ficar em contato com a água. Pequenas construções como tendas, barracos e celeiros ou veículos sem cobertura e árvores oferecem risco e não protegem.

Caso esteja dentro de casa na hora de uma tempestade a pessoa não deve usar telefone com fio, evitar a proximidade com tomadas, canos, janelas e portas metálicas e não tocar em equipamentos ligados à rede elétrica.

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