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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
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Alto Tietê registra mais de cinco mil prisões neste ano, aponta SSP

13 DEZ 2015 - 07h00

O Alto Tietê já registrou 5.041 prisões realizadas de janeiro a outubro de 2015. O número de criminosos que foram encarcerados neste ano é 24% maior do que o mesmo período do ano passado, quando foram registradas 4.050 prisões. A informação é disponibilizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP).

Dos cinco mil registros de prisões, 1.581 são de mandados, ou seja, de casos de crimes que foram investigados e solicitados a prisão do criminoso, e 3.460 foram de flagrantes.

As cidades de Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Suzano foram as que mais registraram encarceramentos em 2015. Mogi foi a que mais registrou prisões realizadas este ano na região, sendo 1.517 encarceramentos somente no município. Destes, 530 foram mandados e 987 foram flagrantes. O aumento no número de casos também é de 24%.

Já o policiamento em Itaquaquecetuba prendeu 1.008 criminosos na cidade, sendo 255 mandados e 753 flagrante. O dado aponta um crescimento nos encarceramentos de 39%, comprado ao último ano, com 723 prisões. Logo atrás ficou a cidade de Suzano com 857 prisões em 2015 e 780 em 2014, um crescimento de 10%.

O especialista em segurança pública e privada, Jorge Lordello, comentou que o crescimento não é um reflexo no aumento da criminalidade. "O aumento se deve a melhora no trabalho de policiamento na região. Este aumento de praticamente 25% aponta que a polícia está fazendo sua parte, que é colocar os criminosos na cadeia", explicou.

Apesar disso, Lordello apontou problemas no sistema jurídico carcerário. "A lei está soltando esses criminosos com cada vez mais rapidez. Hoje em dia há Audiências de Custódia, que são realizadas até 24 horas depois do crime, para punir a pessoa presa em flagrante. O plantão judiciário vai analisar se o preso tem condição de responder em liberdade. Quer dizer, os benefícios dos encarcerados está cada vez maior", explicou o especialista.

Lordello aponta que estes benefícios influenciam no alto número de prisões. "O policial prende o sujeito hoje e daqui dois dias a mesma pessoa está sendo presa novamente. Ela fugiu? Não. A Justiça já soltou", pontuou.

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