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Jornal Diário de Suzano - 30/09/2020
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Alto Tietê tem 23 carros da Uber

06 AGO 2016 - 23h31

A Uber, empresa de tecnologia que atua com aplicativo de transporte individual, tem crescido no Alto Tietê. Por meio da plataforma é possível identificar 23 veículos circulando na região. O serviço é semelhante ao taxi, mas é utilizado por meio do aplicativo que indica o mapa da localidade do cliente, o carro mais próximo, além de fazer a cobrança automaticamente no cartão de crédito ou débito cadastrado.

O serviço tem sido motivo de rixa com os motoristas da Uber, que recebem ameaças constantes. Os taxistas acreditam que o novo meio de transporte é um concorrente desleal. O serviço possibilita que o usuário chame o carro por meio do aplicativo. A plataforma calcula o preço de acordo com a corrida e a cobrança é feita automaticamente no cartão de crédito cadastrado. Atualmente, a Uber também regulamentou a opção de pagamento em dinheiro.

Na região, Mogi das Cruzes é a cidade que mais possui veículos em circulação, conforme o aplicativo. São sete prestadores de serviço. Em Itaquaquecetuba é possível encontrar cinco carros e em Suzano, quatro. Ferraz de Vasconcelos, Poá e Arujá também contam com o atendimento. Nas demais cidades do Alto Tietê não foram encontrados veículos.

O motorista da Uber, Ilson Sato, de 47 anos, contou que o número de carros trabalhando na região é maior. "Somente em Mogi das Cruzes eu conheço 30 motoristas. Acontece que muitos acabam indo para São Paulo também", contou. O mogiano trabalha como motorista em suas horas vagas. "Sou vendedor em São Paulo. A Uber é minha segunda opção. Eu ligo o aplicativo aos fins de semana e por apenas três horas nos dias úteis", explicou.

Sato explica que para se tornar motorista da Uber precisou mudar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para a opção de uso remunerado. "É preciso não ter antecedente criminal e possuir um carro de 2008 para cá", explicou. Segundo ele, o serviço é bom e é necessário divulgação. "É preciso divulgar para aumentar o número de usuários. Só aumentar o número de carros na rua não ajuda", comentou.

Sobre a dificuldade com a competição com os táxis, apesar de temer ser confrontado, Sato diz que não encontrou problemas. "Aqui ainda não aconteceu nada. Isso porque ainda está começando. Mas já ouvi casos de clientes que chamaram o Uber na saída da balada e teve problemas com taxistas. Por isso eu peço aos passageiros evitar chamar para locais que sejam ponto de parada de táxi", pontuou.

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