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Jornal Diário de Suzano - 25/02/2021
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Bancários querem ser incluídos no grupo prioritário de vacinação contra a Covid-19, afirma sindicato da região

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou no último domingo (17) o uso emergencial das vacinas Coronavac e Astrazeneca no Brasil

Por Thiago Caetano - de Suzano24 JAN 2021 - 19h30
Bancários querem inclusão no grupo prioritárioFoto: Isabela Oliveira/DS
Bancários do Alto Tietê querem ser incluídos no grupo prioritário para recebimento da vacina contra o novo coronavírus. É o que informou o presidente do Sindicato dos Bancários do Alto Tietê, Clayton Teixeira. O motivo é o fato de os bancários estarem diariamente em contato com a população, correndo risco de ser contaminado pelo vírus. 
 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou no último domingo (17) o uso emergencial das vacinas Coronavac e Astrazeneca no Brasil. Inicialmente, a vacinação está sendo distribuída para pessoas que fazem parte do grupo de risco, como indígenas, idosos e os profissionais da saúde. O presidente do sindicato também lamentou o fato da vacina ter sido liberada muito tarde. “Queremos incluir os bancários como grupo prioritário e estamos lutando para isso. Infelizmente a vacina demorou muito para ser liberada e agora estamos em um momento crítico, com muita gente morrendo”, disse. 
 
Ele defende que outras categorias, que também possuem contato direto com o público, também sejam incluídas como grupo prioritário. “Nós estamos falando não só de bancários, mas de famílias. O que queremos aqui é apenas ajudar”, complementou. 
 
Desde o início da pandemia, os bancários têm seguido de forma rigorosa os protocolos de segurança. Em todas as agências, os funcionários devem utilizar máscara e contar com álcool em gel. Em caso de contaminação de algum funcionário, o sindicato pede para que a agência higienize o local e afaste automaticamente quem esteve em contato com o infectado.
 
Outra grande preocupação dos bancários é com relação as demissões em massa de funcionários. Para Teixeira, a chegada da vacina traz esperanças para a categoria, mas que a luta pelos bancários continua. Na tarde de ontem, o sindicato paralisou uma agência do Banco do Brasil no Distrito de César de Souza, em Mogi das Cruzes.
 
O ato é contra a reestruturação da empresa, que prevê o fechamento de centenas de agências, postos de atendimentos e escritórios, além da demissão de 5 mil funcionários. A abertura da unidade foi retardada em 2 horas. “A esperança é a última que morre. Estamos falando de pessoas que tem família para sustentar. O ano de 2021 começou melhor que 2020 com a chegada da vacina, mas estamos mobilizados e nos organizando para defender os direitos de toda a categoria”, finalizou.

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