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Jornal Diário de Suzano - 24/09/2020
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Cidades têm 977 'gatos' e desvio de 98 milhões de litros de água

17 JUL 2016 - 08h00

As cidades da região registraram 977 "gatos" de água nos cinco primeiros meses deste ano. Por conta das fraudes constatadas, 98 milhões de litros de água foram desviados, o que seria suficiente para abastecer uma população de 29,7 mil pessoas durante um mês.

Os dados foram divulgados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e são referentes às cidades de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Poá, Salesópolis e Suzano, além de bairros da Divisa de Mogi das Cruzes.

O número de "gatos" de água computados no Alto Tietê teve um aumento de 79,27% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a Sabesp computou 545 fraudes. O volume de água desviada também cresceu, porém o número é maior, de 96%. Isso porque de janeiro a maio de 2015 foram constatados 50 milhões de litros de água desviado, o que poderia abastecer 15,2 mil habitantes por 30 dias.

REGIÃO METROPOLITANA

O cenário da Região Metropolitana de São Paulo é o mesmo registrado no Alto Tietê. O número de fraudes aumentou 34% passando de 7.012 casos entre janeiro e maio do ano passado para 9.428 "gatos" no mesmo período deste ano. No período a companhia identificou e interrompeu, em média, 62 furtos de água por dia. O volume de água desviado com essas fraudes foi de 1,444 bilhão de litros, suficiente para abastecer uma cidade do porte de Ferraz de Vasconcelos, com 182 mil habitantes, durante um mês inteiro.

TECNOLOGIA

A Sabesp informou que está usando tecnologia avançada para combater o furto de água. Segundo a assessoria, os agentes das operações caça-fraude utilizam, por exemplo, uma sonda especial, que é inserida no cavalete do imóvel. O equipamento utiliza raios infravermelhos, como no controle remoto da TV, para fazer uma varredura da tubulação e verificar se existe alguma irregularidade que possa burlar a medição do hidrômetro.

Outro equipamento que tem tornado mais difícil a vida dos fraudadores é o detector de ímãs. Com ele, mesmo estando no lado de fora do imóvel, o técnico da Sabesp consegue verificar se existe um campo magnético fora do comum próximo ao hidrômetro - indício de que um ímã pode estar em uso para prejudicar ou impedir a medição do consumo de água.

Além disso, a companhia está gradualmente substituindo os hidrômetros convencionais por modelos blindados contra ímãs e que não podem ser burlados por ondas magnéticas.

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