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Com custo de R$ 103,9 mi, DER entrega duplicação da Mogi-Dutra

Mais de 49 mil motoristas que utilizam a SP-88 diariamente contam agora com nova pista duplicada e sinalização

Por da Região12 ABR 2021 - 22h20
Investimento do Governo de SP foi R$ 103,9 milhões; foto mostra início das obras, que se encerram nesta semanaFoto: Regiane Bento/DS
O Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado à Secretaria de Logística e Transportes, entregou nesta segunda-feira (12) as obras de duplicação e modernização da rodovia Pedro Eroles (SP 088), conhecida como Mogi-Dutra. O investimento do Governo de SP foi R$ 103,9 milhões e beneficia as cidades de Mogi das Cruzes e Arujá. 
 
A partir de agora, os mais de 49 mil motoristas que utilizam a rodovia diariamente já podem contar com 4,7 quilômetros de novas pistas duplicadas, sinalização e reforço nos equipamentos de segurança instalados, como tachões refletivos, defensas e barreiras new Jersey.
 
A obra - Do km 32 ao 33,3, a pista foi segregada com canteiro central e todo o pavimento asfáltico foi recuperado desde sua camada de base. Deste ponto até o km 39,4 a pista foi duplicada. 
 
A rodovia também ganhou passarelas com proteção para pedestres, viadutos para acesso e retorno, melhorias no sistema de drenagem entre outras intervenções que possibilitam aos motoristas melhores condições de segurança. 
 
Novo projeto de obras
 
O DER iniciou os estudos técnicos para a duplicação entre o km 32 e o 33,3 da SP 088. Esse trecho precisou ser revisto após a falta de acordo na desapropriação de áreas no local.
 
O edital para contratação deste novo projeto está em fase final de elaboração e deverá ser publicado até o próximo mês de junho.
 
Em dezembro de 2017, o governador de São Paulo à época, Geraldo Alckmin (PSDB), esteve na rodovia para autorizar o início das obras, previsto para janeiro de 2018. A duração seria de 24 meses. No entanto, os trabalhos começaram apenas em setembro daquele ano.
 
Em janeiro de 2020, mês que a entrega da duplicação estava prevista, as obras foram adiadas para novembro de 2020.
 
Na ocasião, segundo o DER, o prazo previsto de conclusão sofreu alterações em decorrência dos processos de desapropriação além da necessidade de remoção de interferências de rede elétrica, linhas de tubos de gás, água e esgoto e o tempo para a obtenção de licenças ambientais.

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