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Jornal Diário de Suzano - 09/08/2022
Região

CPTM tem de acomodar 2 mil funcionários das linhas 8 e 9, privatizadas

Por da Região29 NOV 2021 - 14h44
CPTM tem de acomodar 2 mil funcionários das linhas 8 e 9, privatizadasFoto: Regiane Bento/DS

O Sindicato da Sorocabana pede para que a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) informe onde e como acomodará mais de 2 mil funcionários alocados nas linhas 8 e 9, recentemente privatizadas. "Aliás, está aí um custo para os cofres públicos que nem a empresa nem o governo do Estado de São Paulo compartilharam com a população no momento de propor a concessão para a iniciativa privada”, disse José Claudinei Messias, presidente do sindicato.

“Com a entrega das linhas 8 e 9 para a Via Mobilidade, os ferroviários da CPTM que trabalham nessas linhas ainda não sabem o que será de suas vidas. Só uma certeza eles têm: não podem ser demitidos, pois são concursados”, reforça Messias.

O Sindicato da Sorocabana já enviou ofício para a CPTM questionando a realocação dos funcionários. “Ainda aguardamos resposta da empresa”, informa explica José Claudinei Messias. As linhas 8 e 9 da CPTM serão entregues ao consórcio Via Mobilidade em janeiro de 2022. 

Segundo o sindicato, o consórcio Via Mobilidade contratará seus próprios funcionários. Sendo assim, a CPTM precisa apresentar o plano de realocação dos mais de 2 mil ferroviários, já que eles não serão transferidos para a nova empresa. “O que será dos ferroviários que já atendem essas linhas? Nada foi informado pela CPTM até o momento, apesar de várias indagações. Estamos cobrando resposta pois os ferroviários precisam saber como será o seu futuro”, relata Messias. 

O Sindicato da Sorocabana chama a atenção para outras questões importantes de responsabilidade da CPTM. “Falta de funcionários nas estações devido ao desrespeito ao quadro mínimo; ferroviários trabalhando sozinhos, sob forte pressão e sem condição digna de exercer suas funções”, esclarece o presidente do Sindicato. 

“Não vamos abrir mão dos direitos dos ferroviários. Acompanharemos de perto a situação, exigindo respeito da empresa com a categoria”, reforça Messias.

 

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