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Religião

Diocese de Mogi critica proposta de legalização do aborto

Para o bispo, a falta de políticas públicas para amparar mulheres grávidas é um dos itens que influencia para a prática ilegal do aborto

Por Aline Moreira - da Região12 AGO 2018 - 12h34
Bispo segue orientação da CNBB que é contra o abortoFoto: Bruna Nascimento/Divulgação
O bispo dom Pedro Luiz Stringhini, que está à frente da Diocese de Mogi há 6 anos, se posiciona contra a legalização do aborto e acredita que a ação não deve ser legalizada “em prol da vida do feto e da mulher”. "Todo ser humano racional é pró-vida. A igreja é contra esse ato e se caso for aprovada a PEC que está sendo discutida. Continuaremos defendendo a vida acima de tudo. Se não houver abortos, não haverá mortes", diz. 
 
Para o bispo, a falta de políticas públicas para amparar mulheres grávidas é um dos itens que influencia para a prática ilegal do aborto. "Não praticar o aborto salva a vida das mulheres e das crianças. É preciso que haja políticas públicas para amparar e ajudar as mulheres que engravidam. A lei deve proteger acima de tudo quem é mais frágil, isso inclui mulheres, crianças e os pobres também", conta. 
 
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fez um pedido às entidades religiosas para que reforcem a ofensiva contra o aborto. De acordo com o bispo Dom Pedro, as ações de orientação permanecem, mesmo com a discussão da legalização em trâmite no Supremo Tribunal Federal (STF). 
 
O bispo ainda relata que a orientação feita aos fiéis é para que defendam a vida e que aceitem a gravidez, mesmo que indesejada. "A mãe e a criança têm que ser aceitas pela família. Aqui na igreja oferecemos apoio, auxílio e orientação através das pastorais. Mesmo assim, o governo deve suprir os mais necessitados". 
 
Está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF), a descriminalização do aborto no País até a 12ª semana de gestação. A audiência pública conta com autoridades contrárias e a favor da descriminalização e foi convocada pela ministra Rosa Weber, relatora da ação sobre o tema. No Brasil, aborto é considerado legal somente em três casos: estupro, risco de morte da mulher e anencefalia, que é quando o feto não possui cérebro.

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