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Eleições 2020

Em live, Rodrigo Valverde e Felipe Lintz confirmam apoio a Caio Cunha no segundo turno em Mogi

Pela segunda vez na história Mogi terá 2º turno; disputa ocorre neste domingo entre Marcus Melo e Caio Cunha

Por Fernando Barreto - de Mogi25 NOV 2020 - 10h58
Em live, Rodrigo Valverde e Felipe Lintz confirmam apoio a candidatura de Caio Cunha em MogiFoto: Divulgação

Os candidatos a prefeito de Mogi em 2020, Rodrigo Valverde (PT) e Felipe Lintz (PRTB), confirmaram apoio e declararam voto aberto ao candidato Caio Cunha (Podemos), que disputará neste domingo o segundo turno em Mogi das Cruzes contra Marcus Melo (PSDB), o candidato à reeleição.

A anúncio ocorreu na manhã desta quarta-feira (25), em live realizada na página do Facebook de Caio Cunha.

Além dos três candidatos a prefeito, a candidata a vice de Caio, Priscila Yamagami (Podemos), também esteve presente e discursou na live.

Sentados em uma mesa que apresentava a palavra "diálogo" em letras garrafais, o candidato a prefeito pelo Podemos ressaltou a importância do momento, uma vez que Mogi só teve segundo turno uma vez em sua história, e essa ocorreu nas eleições de 2000.

"O nosso mandato sempre foi pautado pelo diálogo e as vezes as pessoas não entendem isso. O diálogo é sempre o melhor método para construir. Afinal, Mogi é muito grande, diversa. Muitas crenças, ideologias. E é necessário colocar essas visões na mesa", afirmou Caio Cunha.

O candidato ainda frisou que os diálogos "não envolvem barganha política". Ele se refere ao fato de oferecer cargos na Prefeitura em troca de apoio. "Infelizmente isso é algo que vem ocorrendo nos últimos anos".

"(O primeiro turno) Provou que mais de 100 mil pessoas, mais de 56% da cidade quer a mudança. Não quer o que ainda está aí. Temos muitas pessoas ajudando a construir um projeto de cidade", afirmou.

Rodrigo Valverde

O candidato pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Rodrigo Valverde fez um discurso de pouco mais de 10 minutos, onde disse que após muito discussão no partido, pessoalmente decidiu apoiar o Caio. O partido, segundo explicou, preferiu a neutralidade. "É hora de fazer história, e por isso, no domingo, eu vou votar 19!", exclamou Valverde.

Durante a fala, Valverde também disse que desde quando começou a acompanhar política, vê os mesmo grupo político comandando a cidade. O petista ficou em terceiro lugar nas eleições de Mogi, conquistando pouco mais de 33 mil votos, cerca de 17,38% do total válido.

"Desde a minha juventude, até hoje, é o mesmo grupo político presente. O Marcus Melo não é um resultado do Marcus Melo. Ele foi apoiado pelo Bertaiolli (PSD), que ficou oito anos. Que foi apoiado pelo Junji Abe (MDB), que ficou oito anos. E que este foi apoiado pelo Waldemar Costa Filho, que ficou por décadas".

Contudo, o candidato frisou que, pessoalmente, não apoiar ninguém poderia ser prejudicial. "Eu sofri críticas de muitos. Se não apoiasse, me criticavam que virei as costas em um momento importante. Apoiar o Marcus Melo me 'matariam', e o Caio me criticaram devido aos embates que já tive com ele", concluiu Valverde.

No final o petista confirmou o voto em Caio Cunha, "pela mudança que sua eleição pode significar".

Felipe Lintz

Lintz frisou o número de votos que conquistou - quase 17 mil - sem utilizar verba pública, "fazendo somente vídeos e usando o Facebook".

"Conseguimos mostrar que é preciso mudar Mogi, mas mudar de verdade. Não é mudar uma 'peça' aqui, trocar uma pessoa mais bonita ou mais feia na cadeira. Pelo contrário, estamos aqui para mudar o sistema", disse.

Lintz também respondeu, sem nenhum questionamento, o que levou a apoiar Caio Cunha.

"Foi justamente ele ter assumido um compromisso de alguns princípios que acho importante. Entre eles é fazer auditoria das compras e contratos da Prefeitura, reduzir gastos públicos, reduzir secretarias. É um trabalho conjunto, não só dos candidatos, mas de todos os eleitores, que permitiu um segundo turno", disse. "É inadmissível que a cidade seja conhecida como a terra do Mensalão. As ruas já mandaram um aviso, com a não reeleição dos vereadores presos".

No final, apontando para a palavra "diálogo", na frente da mesa que estavam sentados, Felipe afirmou: "Estou aqui fazendo uma campanha para a cidade, para a população, e o diálogo é o caminho para isso".

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