Envie seu vídeo(11) 97569-1373
domingo 27 de setembro de 2020

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
Pmmc Sarampo
PMMC COVID SAÚDE
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO
ÚNICCO POÁ

Em um ano e meio, Alto Tietê concede 24.573 auxílios-doença

09 AGO 2016 - 08h00

Em um ano e meio, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) liberou para as cidades do Alto Tietê 24.573 auxílios-doença. O benefício temporário é concedido ao segurado do INSS quando sofre doença ou acidente de trabalho e se torna incapaz de realizar a função para a qual foi contratado. Somente em Suzano, de janeiro de 2015 a junho deste ano, foram concedidos 8.022 auxílios.

Segundo o Instituto Nacional, a agência de Mogi das Cruzes concedeu 10.782 auxílios neste período. Março de 2015 foi o mês que liberou o maior número de benefícios, 800. Na sequência está março deste ano com 767 concessões e maio com 762. Em Suzano, março de 2015 também foi o mês que registrou o maior número de permissões 688 em seguida está agosto do mesmo ano com 573 concessões. Em Itaquaquecetuba, em março deste ano foram 429 auxílios (veja todos os detalhes na tabela).

O auxílio-doença é um benefício concedido por incapacidade ao segurado do INSS acometido por uma doença ou acidente que o torne temporariamente incapaz de trabalhar. Para ter direito ao benefício, o empregado deve imprimir o requerimento gerado pelo sistema e levá-lo a agência no dia da perícia, com carimbo e assinatura da empresa. Entre os principais requisitos para ter direito ao auxílio está comprovar a doença que torne o cidadão temporariamente incapaz de trabalhar e possuir carência de 12 contribuições - isenta em caso de acidente de trabalho ou doenças previstas em lei.

A concessão também pode ser dada por meio de decisão judicial. Neste caso, nos quinze últimos dias do auxílio-doença, o segurado poderá requerer a prorrogação do benefício em uma agência do INSS, caso ainda esteja incapaz de retornar ao trabalho, sendo que no dia seguinte a perícia médica para revisão da decisão é necessário apresentar a documentação exigida pelo Instituto.

O porteiro de ronda afastado da função em decorrência de problemas na coluna, Marcelo Matos, conta que ter direito ao benefício não é tão simples. Ele recebe o auxílio há 10 meses, mas de dois em dois meses precisa voltar à agência de Suzano para solicitar o pagamento. "Tenho todos os exames e laudos médicos que comprovam o problema na coluna. A cirurgia que fiz não me permite voltar ao trabalho e os próprios clientes quando me viam mancando não aceitavam que eu estivesse na função", comenta. Matos frisa que as visitas ao INSS suzanense são cansativas. "No meu caso tenho muitos exames que compravam a doença. Acredito que o retorno seja desnecessário", lamenta.

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias