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Jornal Diário de Suzano - 17/01/2020
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Região

Escolas respondem questionário para melhorias na segurança

Objetivo é gerar dados que elucidem o clima e a vulnerabilidade em cada instituição

Por da Região08 DEZ 2019 - 15h00
Diretora executiva do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Ana Lúcia Ferreira, definiu os casos como "lastimáveis"Foto: Arquivo/DS
Alunos, Professores e gestores da rede estadual de ensino realizaram um questionário sobre o clima escolar. O objetivo é gerar dados que elucidem o clima e a vulnerabilidade em cada instituição. Todas as escolas estaduais do Alto Tietê responderam ao questionário.
 
Por meio das informações, as escolas vão discutir a implementação do Método de Melhoria de Convivência Escolar (MMCE). A pesquisa integra o Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva SP), e foi lançado pela Secretaria Estadual da Educação no último mês.
 
Para o programa, que visa combater a violência e melhorar a convivência nas escolas, cada questionário teve cerca de 50 perguntas, com 15 a 20 minutos para serem respondidas. 
 
Violência
 
Na noite de sábado, 9, um incêndio danificou o prédio da Diretoria Regional de Ensino de Suzano, situado no Jardim Imperador. Na terça-feira seguinte, 12, a Escola Estadual Joviano Satler de Lima, no Jardim Colorado, também sofreu com chamas. 
 
Segundo relatos de estudantes que não quiseram se identificar, o incêndio na escola foi provocado por alunos, que teriam utilizado álcool na ação.
 
A diretora executiva do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Ana Lúcia Ferreira, definiu os casos como "lastimáveis", culpou o governo pela falta de segurança e disse que a sociedade precisa cobrar as autoridades por melhorias na segurança. 
 
"É lastimável termos dois casos com esses, neste espaço de tempo. Não tem segurança em lugar nenhum, e isso não é um problema só das escolas. Esse é um local onde a sociedade é atendida e não há interesse do governo em melhorar a segurança", reclamou.
 
"Algumas escolas não têm nem professores, imagina segurança. A sociedade precisa cobrar as autoridades e se reunir para debater esse problema", emendou.

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