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Gian pede reunião urgente com Itaú após informação da saída da sede em Poá

Após mais de 20 anos, operações de leasing poderão retornar à capital

Por Marcus Pontes - de Poá13 MAI 2019 - 18h07
Gian Lopes pede reunião urgente com ItaúFoto: Bruna Nascimento/DS
A eminente saída das operações de leasing, o Imposto Sobre Serviços (ISS), do Banco Itaú, em Poá, pode causar um rombo financeiro de R$ 180 milhões aos cofres da cidade em 2019. A notícia fez com que o prefeito Gian Lopes (PR) solicitasse nesta segunda-feira, 13, reunião urgente com a empresa, já que tal saída poderá afetar serviços essenciais à população, como saúde, educação e segurança.
 
A perda de recursos referentes ao ISS do Itaú não é uma novidade para a cidade. Em 2017, o município iniciou uma batalha judicial, quando a nova lei alterou a forma de recolhimento do tributo. Um ano depois, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu medida cautelar, que acabou favorecendo o município com o retorno do repasse.
 
Agora, a cidade se vê numa situação desconhecida, já que, segundo nota publicada na página da Prefeitura de Poá, a notícia “necessita de esclarecimentos e causou surpresa à Administração Municipal e a todos os poaenses”. 
 
O texto divulgado diz que o banco “sempre manteve ao longo de sua história senso de grande responsabilidade social sendo conceituada mundo afora”. E que a Prefeitura “tem plena confiança que o banco Itaú não adotará nenhuma postura que venha a prejudicar drasticamente o orçamento municipal. “A hora é de união e luta”, concluiu o prefeito Lopes.
 
ACORDO
 
O jornal Folha de São Paulo publicou, na última sexta-feira, 10, o acordo fechado pelo Itaú com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Sonegação Tributária, da Câmara de São Paulo, para transferir as operações de leasing para capital. A previsão é que a cidade de São Paulo passe a arrecadar R$ 230 milhões ao ano. De acordo com a publicação, o Itaú tem entre 30 e 180 dias para transferência.

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