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Jornal Diário de Suzano - 31/10/2020
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Governo do Estado suspende reorganização de 20 escolas na região

05 DEZ 2015 - 07h00

 O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), decidiu, ontem, suspender a reorganização escolar de toda a rede de ensino do Estado. No Alto Tietê, 20 escolas passariam pela reestruturação que dividiria os alunos do Fundamental I, II e Ensino Médio em unidades diferentes. A decisão foi tomada devido a várias manifestações estudantis contra a mudança. Na região, até ontem, duas escolas estavam ocupadas como forma de protesto.

De acordo com o pronunciamento feito pelo governador, a medida será adiada para ampliar o tempo de debate do assunto junto à comunidade, alunos e professores. "Entendemos que temos que aprofundar o diálogo, que já está sendo feito há meses e isso acontecerá em 2016", explicou o governador.

A Escola Estadual (E.E) professora Benedita Garcia da Cruz, em Calmon Viana, Poá, até ontem, continuava ocupada pelos alunos da unidade. "Assim que foi feito o pronunciamento, nós comemoramos. Vamos realizar uma reunião hoje (ontem) a noite e por meio de votação decidiremos se vamos desocupar o prédio. Contudo, acredito que até domingo (amanhã) devemos sair", contou Marcelo Neves, de 18 anos, que faz parte do grupo protestante. O aluno explicou ainda que a decisão de permanecer é para deixar a escola em ordem. "A escola está como deve estar, mas vamos limpar antes de sair", pontuou.

Marcelo ainda comentou sobre a posição do Governo. "Se eles voltarem atrás, nós voltamos a ocupar. Queremos nossa escola como é", explicou. Após o pronunciamento do governador, a escola já possuía um cartaz de chamamento para as vagas disponíveis para o 6º ano do Fundamental e o 1º do Ensino Médio.

A E.E professor Francisco de Souza Mello, em Mogi das Cruzes, até ontem, também permanecia ocupada. A informação foi divulgada pela coordenadora do Sindicato dos Professores do Ensino oficial de São Paulo (Apeoesp), que comentou a posição dos alunos.

"Ainda não é oficial até que a decisão seja incluída no Diário Oficial do Estado. O Governo não é confiável e os alunos sabem disso. Eles estão se precavendo de um golpe, têm receio de sair e a reorganização permanecer", explicou.

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