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Jornalista e ex-aluno da UMC revela tensão após atentados em Bruxelas

23 MAR 2016 - 08h00

Jornalista e responsável pela Comunicação na área de Cooperação Internacional, Adriano Luis Leite, ex-aluno da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), conversou ontem, via WhatsApp com o DS e contou o clima de "pavor" na Bélgica após os atentados, em Bruxelas, que mataram, ao menos, 34 pessoas e deixaram feridas 200. "Às 8 da manhã (horário local) duas explosões ocorreram no aeroporto de Bruxelas. Em seguida, duas outras em estações de metrô", disse Adriano. Ele mora há nove anos no País, em Waterloo (30 mil habitantes), a 25/30km do aeroporto de Zaventem.



Ontem, Adriano ficou em casa. "Minha filha estava 'doentinha'. Minha esposa foi para o escritório em Bruxelas", disse.

Segundo o jornalista, foi decretado alerta máximo em todo o País. "Quem está em casa não deve sair hoje (ontem). Escolas próximas aos locais dos atentados foram fechadas. Tudo ainda um pouco complicado, as informações chegavam em conta-gotas", acrescentou.

De acordo com Adriano, o clima é tenso, "mas, ao mesmo tempo calmo". "As pessoas não querem deixar que o medo prevaleça", acrescentou.

Desde a tarde de ontem, disse Adriano, centenas de pessoas estão se reunindo na Praça da Bolsa (Place de la Bourse) manifestando sua solidariedade com música, flores, velas e mensagens no chão escritas com giz.

Adriano é formado em Jornalismo pela UMC, turma de 1996. Ele já foi diretor da Rádio Mensagem, em São José dos Campos.

ESTADO ISLÂMICO

Ontem, o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) assumiu a autoria dos atentados que deixaram dezenas de mortos e centenas de feridos em Bruxelas (Leia mais na página de Nacional no 1º Caderno).

Os ataques foram reivindicados pelo EI em uma declaração divulgada por meio da agência de notícias Amaq, geralmente usada pelo grupo.

"Combatentes do Estado Islâmico realizaram uma série de atentados com cintos explosivos e dispositivos na terça-feira, alvejando um aeroporto e uma estação de metrô central na capital belga, Bruxelas", dizia o comunicado.

Com três explosões coordenadas, pelo menos umas delas provocada por um homem-bomba, foram atingidos o aeroporto internacional de Bruxelas e a estação de metrô de Maelbeek, que fica perto de edifícios da União Europeia. As operações de busca estão em andamento, mas ninguém foi preso até o momento.

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